10ª EDIÇÃO DO IMERSÃO EM ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO – ITÁLIA E SUÍÇA

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“No mês de outubro, do dia 15 a 19, acontece a 10ª edição do Imersão em Ecossistemas de Inovação, agora na Itália e Suíça. Na ocasião, as empresas participantes poderão conhecer novos modelos de negócios e economia, voltados à inovação, com visitas técnicas nos dois países.

Temas norteadores
Inovação em design
Novos modelos de negócio
Economia de serviços Branding
Visitas técnicas programadas
Lamborghini (Milão)
Salvatore Ferragamo (Milão)
Aceleradora Bocconi School of Management (Milão)
Centro Suíço de Eletrônica e Microtecnologia – CSEM Biopôle (Genebra)
Parque de Inovação Industrial Neode (Neuchâtel)
Público-alvo: tomadores de decisão sobre investimentos em PD&I industrial
Taxa de inscrição: R$ 13.237,00 (não inclui passagem aérea e hospedagem)
Contato: imersoes@cni.com.br
Associados Assintecal têm direito a descontos especiais, de acordo com o número de inscritos de uma mesma empresa. Consulte o setor de relacionamento: relacionamento@assintecal.org.br l 51 3584 5200

Referências:“10ª edição do Imersão em Ecossistemas de Inovação – Itália e Suíça”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/770/10-edicao-do-imersao-em-ecossistemas-de-inovacao-italia-e-suica” Acesso em: 14 de agosto de 2018.

FARROUPILHA RECEBE PALESTRA DE INSPIRAÇÕES 2019_II PARA GRUPO DE EMPRESÁRIOS

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Farroupilha, no Rio Grande do Sul, receberá no dia 20 de agosto, a Palestra de Inspirações 2019_II em uma edição especial voltada para empresários locais.  As palestras fazem parte do projeto Conexão Inspiramais e estão ocorrendo em diferentes polos do país para promover o desenvolvimento de materiais inovadores para a produção de novos produtos ligados à moda.

O evento acontecerá na sede do Sindicalçados, com palestra ministrada pelo consultor do núcleo de design da Assintecal, Marnei Carminatti. Durante o evento, ele falará sobre as pesquisas de referências e inspirações apresentadas no Inspiramais 2019_II, que aconteceu em julho.
Marnei é designer e atua no setor coureiro-calçadista. Presta consultoria para empresas do segmento de componentes para calçado, acessórios, confecção e moveleiro. Realiza palestras e oficinas de criatividade nos principais polos produtivos do Brasil.
A frente do Projeto Conexão Inspiramais está o designer e pesquisador Walter Rodrigues, responsável pela curadoria para criação e desenvolvimento de materiais inovadores em design e tecnologia nas empresas participantes, através de consultores de design da Assintecal.
Sobre o Palestra de Inspirações 2019_II
O Palestra de Inspirações 2019_II é um ciclo de palestras que tem início com a pesquisa de inspirações e referências de moda. A finalidade do projeto é promover o desenvolvimento de materiais inovadores que tenham a capacidade de transmitir valores essenciais e verdadeiros ao consumidor, algo fundamental para que as empresas obtenham sucesso.
O projeto conta com uma equipe de profissionais e designers amplamente capacitados em suas áreas de atuação, que realizam consultorias com a finalidade de orientar as empresas participantes do projeto para o desenvolvimento de produtos que contenham elementos únicos e ao mesmo tempo globais, dessa forma, tornando-as mais competitivas no mercado.
Promoção: Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos – Assintecal, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – Abit, Centro Internacional de Convenções do Brasil – CICB e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae.

Apoio local: Sindicato das Indústrias de Calçados de Farroupilha – Sindicalçados.”

Referências:“Farroupilha recebe Palestra de Inspirações 2019_II para grupo de empresários”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-ganha-liminar-e-associados-poderao-receber-2-do-reintegra” Acesso em: 07 de agosto de 2018.

ABICALÇADOS GANHA LIMINAR E ASSOCIADOS PODERÃO RECEBER 2% DO REINTEGRA

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora duas vitórias importantes para as calçadistas associadas à entidade. Tratam-se do logro de duas ações coletivas impetradas, a primeira que resultou em liminar que restabelece a alíquota de 2% para restituição do Reintegra – a partir de junho, por decreto, o Governo Federal havia passado a alíquota para 0,1% – e a segunda na liminar que permite a exclusão do ICMS para a base de cálculo do PIS/Cofins.

A coordenadora da Assessoria Jurídica da Abicalçados, Suély Mühl, destaca que, como trata-se de uma ação coletiva da entidade, somente as empresas associadas poderão usufruir dos benefícios, tanto do restabelecimento do Reintegra quanto da exclusão do ICMS do cálculo do PIS/Cofins. “Empresas que se associarem à Abicalçados também poderão entrar no escopo das ações”, acrescenta a advogada.
Segundo ela, a medida levou em consideração a ilegalidade da cobrança já em 2018, sem respeitar os prazos de adequação para a nova tributação. “A decisão do Governo foi tomada de uma hora para outra, tirando qualquer possibilidade de previsibilidade para a formação de preço para o mercado externo. Ou seja, como o calçadista iria argumentar com o importador que o produto negociado em maio teria que ter o preço ajustado em função da medida governamental?”, questiona Suély, ressaltando que empresas associadas à Abicalçados ainda poderão solicitar à Receita Federal o ressarcimento dos valores cobrados indevidamente desde junho, na diferença de 1,9%.
Entenda
Criado em 2011, durante o governo da presidente Dilma Rousseff, o Reintegra busca compensar as excessivas tributações de produtos exportados por meio da restituição de um determinado percentual sobre a receita das vendas para o exterior. O objetivo do projeto é criar maiores condições de competitividade para a indústria nacional.
Quando criado, o mecanismo previa a restituição de 3%, alíquota que foi diminuindo governo após governo até chegar à alíquota proposta pelo atual, de 0,1%, que, devido à ação coletiva da Abicalçados, só poderá ser cobrada a partir de 2019
Mais informações sobre o tema podem ser obtidas com Suély, pelo telefone 51 3594 7011 (Ramal 248) ou pelo e-mail suely@abicalcados.com.br. “
Referências:“Abicalçados ganha liminar e associados poderão receber 2% do Reintegra”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/abicalcados-ganha-liminar-e-associados-poderao-receber-2-do-reintegra” Acesso em: 06 de agosto de 2018.

PORTUGAL FOCA EM CALÇADO DE VALOR AGREGADO

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Nesta quarta-feira (1), associados à Abrameq tiveram apresentação de Neori Paim, que representou a entidade no Congresso Internacional do Calçado, que ocorreu em maio, na cidade do Porto, em Portugal. A apresentação ainda contou com as colaborações de Átalo Zille, da calçados Beira Rio, e Roberta Ramos, da Abicalçados, que também participaram do congresso.

O evento oportunizou três dias de visitas a indústrias calçadistas de Portugal, que é 11º maior produtor de sapatos do mundo, com 83 milhões de pares anuais, focando em produtos de maior valor agregado, sendo 95% para exportação. E o setor calçadista português pretende elevar a produção em 25% a 30% até 2020.
Em termos de cadeia produtiva, Roberta, destacou que todos os setores estão em uma entidade, a APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos.Paim, por sua vez, destacou a existência de um centro tecnológico focado em indústria 4.0 e que tem forte interação com as indústrias.
Nas indústrias calçadistas, foram encontradas, principalmente, máquinas italianas e espanholas e não da China. Porém, as áreas de matrizaria e de fôrmas são portuguesas, que inclusive são exportadas para vários países da Europa. O perfil da produção não é muito moderno e com pouco investimento em economia energética, além de pouca automação na área produtiva. O representante da Abrameq observou também que em Portugal há menos exigência do que no Brasil com relação à segurança.
Zille, da Calçados Beira Rio, também participou das ações em Portugal e, na reunião comentou que viu um bom potencial para as máquinas brasileiras naquele país, porque se percebe necessidade do que o Brasil oferece melhor do que qualquer outro. “As máquinas brasileiras são as que melhor atendem às exigências do mercado: tecnologia, qualidade, segurança, flexibilidade, atendendo ao que realmente o calçadista necessita”, afirmou o calçadista. Este potencial também foi observado por Paim, que o setor brasileiro de máquinas unido pode alcançar muitos novos mercados.

Fonte: Abrameq”

Referências:“Portugal foca em calçado de valor agregado”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/portugal-foca-em-calcado-de-valor-agregado” Acesso em: 02 de agosto de 2018.

FEIRA DE CALÇADOS NORTE-AMERICANA RECEBE 17 MARCAS VERDE-AMARELAS

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), levará 17 marcas brasileiras para expor na FN Platform, mostra que acontece em Las Vegas/Estados Unidos entre os dias 13 e 15 de agosto.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, destaca que a mostra é frequentada por qualificados compradores, especialmente dos mercados da América do Norte e Central. Na feira de mesmo período do ano passado foram gerados US$ 6,3 milhões em negócios, porém com um número de participantes maior (31 marcas).
Segundo Ruisa, apesar do mercado apreensivo, especialmente por não saber os efeitos da guerra comercial travada entre Estados Unidos e China, existe uma expectativa positiva para a participação, tanto pela qualificação das marcas brasileiras que estarão apresentados suas coleções de primavera-verão, quanto pelas condições atuais do câmbio, que proporcionam a formação de um preço mais competitivo para o mercado internacional.
O mercado dos Estados Unidos é o segundo maior para o calçado brasileiro no exterior, tendo importado, somente no primeiro semestre de 2018, quase 5 milhões de pares verde-amarelos. “Também é um mercado que precisa ser trabalhado, especialmente para marca própria, já que a maior parte do embarcado para lá ainda é private label – quando no produto vai a etiqueta do importador”, ressalta, chamando atenção para a importância da manutenção da participação em ações naquele mercado para a promoção de marca.

Participam da FN Platform as marcas brasileiras Rider, Cartago, Ipanema, Zaxy, Schutz, Pampili, Boaonda, Carrano, Vicenza, Klin, Bibi, Capelli Rossi, Werner, Stephanie Classic, Kidy, Magia Teen e Petite Jolie.”

Referências:“Feira de calçados norte-americana recebe 17 marcas verde-amarelas”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/feira-de-calcados-norte-americana-recebe-17-marcas-verde-amarelas” Acesso em: 1 de agosto de 2018.

COLOMBIAMODA DEVE GERAR US$ 1,6 MILHÃO PARA CALÇADISTAS BRASILEIROS

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“A feira calçadista Colombiamoda, realizada entre os dias 24 e 26 de julho, em Medellin/Colômbia, deve gerar mais de US$ 1,6 milhão em negócios para as 15 marcas brasileiras expositoras. A participação se deu por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, destaca que, apesar da visitação mais fraca do que a habitual para o evento, as calçadistas brasileiras venderam, in loco, US$ 128 mil. “Os compradores que visitam a Colombiamoda têm uma característica que os difere dos visitantes tradicionais de grandes feiras comerciais. Eles costumam avaliar o produto na feira, levar para o escritório, para só depois fechar pedidos”, conta Maria Patrícia, ressaltando a expectativa de negócios para os próximos seis meses, em decorrência das negociações iniciadas no evento: US$ 1,6 milhão. “Esse número é o dobro do registrado na mostra anterior”, frisa.
Diferenciados
Segundo a analista, empresas que apostaram em produtos diferenciados, que não concorrem apenas no preço, colheram bons resultados. “A China está vindo com bastante força para o mercado colombiano, então competir no preço é impossível”, destaca.
Estreante na mostra colombiana, a marca de alpargatas Cervera, colheu resultados satisfatórios. “A Colombiamoda nos surpreendeu positivamente, pela quantidade de contatos gerados, especialmente com grandes redes do mercado local. Como eles não possuem esse produto – alpargatas autênticas – acabamos chamando a atenção de visitantes e da imprensa. É um mercado muito promissor para a Cervera”, avalia a diretora da empresa, Ana Delia Iaconelli, que ainda comemora o acerto com um distribuidor local.
Mercado
A Colômbia é o 7º maior mercado internacional para o calçado brasileiro. Entre janeiro e junho deste ano, os colombianos compraram US$ 16,5 milhões dos fabricantes brasileiros, número estável em relação a igual período de 2017. “Porém, nos últimos cinco anos, as exportações brasileiras de calçados para a Colômbia cresceram 45%, um número significativo e que demonstra a importância das ações do Brazilian Footwear para a promoção do produto nesse país”, conclui Maria Patrícia.

Participaram da Colombiamoda as marcas Piccadilly, Cravo & Canela, West Coast, Usaflex, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Invoice, Dian Pátris, Ala, Zatz e Cervera.”

Referências:“Colombiamoda deve gerar US$ 1,6 milhão para calçadistas brasileiros”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/colombiamoda-deve-gerar-us-1-6-milhao-para-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 30 de julho de 2018.

SEMINÁRIO “PRECIFICAÇÃO PARA A EXPORTAÇÃO” ABORDA TEMAS PARA INICIANTES NA EXPORTAÇÃO

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“O evento acontece na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima, no bairro Pinheiros, em São Paulo, no dia 01 de agosto e irá auxiliar empresas que queiram começar a exportar

Voltado para iniciantes no mundo das exportações, o Seminário Precificação para a Exportação irá abordar temas como estratégias de preços que permitam empresas a competir com marcas já posicionadas e relevantes no mercado externo, investimentos em estudos de mercado e se há alternativas simples e de baixo investimento.
Além disso, o público irá conhecer itens importantes para a formulação do mix de marketing para exportar, incluindo o preço a ser ofertado ao cliente internacional; temas e tendências de relacionamento com o mercado e com o consumidor e casos práticos em que novas propostas de criação de valor foram adotadas e bem sucedidas.
Conteúdo:
Painel 1 – A Inteligência competitiva e os impactos na definição do mix de marketing, e no preço de exportação.
Vídeo: Em que medida o mercado determina o preço? Como identificar oportunidades e definir seu posicionamento.
– Aspectos financeiros, análises e previsões para as variações cambiais;
– Mecanismos de proteção ao risco cambial;
– Aspectos práticos sobre a lógica da formação de preços e as correlações entre as despesas e o mix de marketing;
– A brasilidade vende? Adotar o DNA brasileiro na marca e nos produtos é uma boa estratégia?
Painel 2 – Sistemas de criação de valor e a inteligência competitiva.
 Vídeo: A percepção do mercado sobre a sustentabilidade. O comprador internacional está disposto a pagar mais?
– Preço e valor, qual o mais relevante em uma negociação internacional?
– Mindful social marketing: autenticidade e experiência na interação com os consumidores;
– Design e tendências minimalistas presentes nas embalagens, estratégias e nos negócios.
Palestrantes e Painelistas
• Silvana Gomes (Gerente de Negócios e Exportação da São Paulo Negócios)
• Heber Pessoa da Silveira (Analista do Banco Central e Docente na FECAP)
• Letícia Feddersen (CEO da SoulBrasil Cuisine)
• Peter Feddersen (CFO da SoulBrasil Cuisine)
• Miriam Pires Eustachio de Medeiros Vale (Docente na FECAP e no IBMEC)
• Gisella Schulzinger (Presidente da Associação Brasileira de Embalagem – ABRE)
• Paulo Kazaks (CEO da Sweet Hair Professional)
• Diego Bonaldo Coelho (Pesquisador na FEA-USP e Coordenador do Observatório de Multinacionais na ESPM)
Quando e onde:
Data: 01/08/2018
Hora: 14h às 17h
Local: Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima
Endereço: Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros, São Paulo
Para realizar a inscrição, clique aqui 

Mais informações: www.spnegocios.com

Referências:“Seminário “Precificação para a Exportação” aborda temas para iniciantes na exportação”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/722/seminario-precificacao-para-a-exportacao-aborda-temas-para-iniciantes-na-exportacao” Acesso em: 27 de julho de 2018.

WEBINAR – ASPECTOS PRÁTICOS E CONCEITUAIS NA TRIBUTAÇÃO DAS OPERAÇÕES INTERNACIONAIS

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Diante do processo de internacionalização, como a questão da tributação deve ser tratada? Como funciona a tributação sobre empresas brasileiras com operações no exterior? Quais tributos são devidos por empresas no mundo?

Para responder essas e outras questões, a Apex-Brasil convida sua empresa a participar do Webinar Aspectos práticos e conceituais na tributação das operações internacionais – destaque à tributação na matriz de lucros auferidos no exterior, a ser realizado no dia 31 de julho de 2018.
O webinar tem como objetivo fornecer para as empresas com potencial para internacionalização e internacionalizadas um panorama acerca dos aspectos técnicos e conceituais que envolvem a tributação de empresas brasileiras no exterior.
Confira abaixo os detalhes da transmissão ao vivo e inscreva-se para participar!
Webinar
Aspectos práticos e conceituais na tributação das operações internacionais – destaque à tributação na matriz de lucros auferidos no exterior
10h  – 10:10h -Início da transmissão com abertura feita pelo moderador (Representante Apex-Brasil)
Apresentações
10:10h – 11h -Aspectos práticos e conceituais na tributação das operações internacionais – destaque à tributação de lucros auferidos no exterior – Thais Castelli – Castelli & Castelli Assessoria Jurídica Internacional
11h – 11:20h -Sessão de perguntas e respostas
11:20h – 11h30 – Encerramento
Data: 31 de julho (terça-feira) Hora:10h (Brasília)
Duração: 1h30m
Clique aqui para realizar a inscrição
Nota: O link de transmissão será enviado por e-mail após a inscrição e estará acessível a partir do horário de início do webinar.
MAIS INFORMAÇÕES
Suporte técnico – online via chat na página do evento
Apex-Brasil – Relacionamento com clientes +55 61 3426-0202

Fonte: Apex-Brasil”

Referências:“Webinar – Aspectos práticos e conceituais na tributação das operações internacionais”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/718/webinar-aspectos-praticos-e-conceituais-na-tributacao-das-operacoes-internacionais” Acesso em: 27 de julho de 2018.

ANALISTA QUE PREVIU DESVALORIZAÇÃO DO REAL AGORA VÊ RECUPERAÇÃO

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):”

 

A analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante

 

No começo do ano, quando o cenário ainda parecia ser positivo para o Brasil, Tania Escobedo era uma das poucas pessimistas com o real. Após ter previsto corretamente a desvalorização da moeda no início deste ano, a analista acredita que o mercado pode estar pessimista demais e vê uma pequena recuperação adiante.

 

A estrategista para América Latina da RBC Capital Markets LLC projeta que o dólar será negociado ao redor de R$ 3,70 pelo resto do ano, após a moeda ter passado boa parte do último mês em um patamar mais desvalorizado, entre R$ 3,79 e R$ 3,95.

 

O nível de R$ 3,70 é “sustentável e justo”, diz ela, dadas as incertezas em relação à política econômica do próximo governo e ao cenário externo desafiador para os mercados emergentes, à medida que as tensões comerciais entre Estados Unidos e China aumentam. Seu call de recuperação da moeda brasileira até o fim do ano não é baseado em nenhuma melhora forte no cenário já que há eleições no caminho, mas sim um alívio baseado no posicionamento dos traders.

 

“Ainda há um forte interesse de compra que pode impulsionar uma recuperação, desde que não haja uma reversão no sentimento geral de risco”, disse ela de Nova York.

 

O real enfraqueceu cerca de 12% este ano, o pior desempenho entre as principais moedas do mundo, por conta da falta de clareza política, das previsões de crescimento mais fracas e do cenário adverso para os mercados emergentes. Além disso, os candidatos favoritos do mercado para a presidência estão para trás nas últimas pesquisas de intenção de voto da eleição de outubro e a agenda econômica do governo está praticamente paralisada, pesando ainda mais sobre a lenta recuperação da economia.

 

Enquanto Escobedo estava entre as poucas que previram a queda do real no início deste ano — a tornando a analista mais precisa para a moeda no primeiro e segundo trimestres –, desta vez o mercado está em linha com ela. O consenso atual é que o dólar subirá para R$ 3,83 até o final do terceiro trimestre e, em seguida, voltará a R$ 3,70 até o final do ano, de acordo com pesquisas da Bloomberg.

 

Alguns, como o Bank of America Merrill Lynch, são mais pessimistas. O banco, que classifica o Brasil entre os “três frágeis” mercados emergentes, juntamente com a África do Sul e a Turquia, prevê que o dólar poderia chegar a R$ 5,5 em seu pior cenário, no qual o próximo presidente teria uma agenda hostil ao mercado.

 

Escobedo diz que é improvável que o dólar sequer se sustente num patamar de R$ 4, já que nesse nível o real seria considerado barato por muitos investidores. Esse é um nível psicológico chave, alcançado pela última vez em 2016 em meio à turbulência política que culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Overshoots podem acontecer, ela diz, mas provavelmente serão temporários, e é improvável que levem o BC a aumentar os juros.

 

Para o próximo ano, a RBC prevê que o dólar caia para R$ 3,63 no primeiro trimestre, chegando a R$ 3,45 no final de 2019.

 

Fonte: Exame”

Referências:“Analista que previu desvalorização do real agora vê recuperação”.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/730/analista-que-previu-desvalorizacao-do-real-agora-ve-recuperacao” Acesso em: 25 de julho de 2018.

NA COLÔMBIA, IFLS GERA US$ 8 MILHÕES PARA MARCAS BRASILEIRAS

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“A edição de primavera-verão da International Footwear and Leather Show – IFLS, feira calçadista colombiana ocorrida entre 17 e 19 de julho, em Bogotá, foi de resultados satisfatórios para as 17 marcas verde-amarelas presentes no evento. Viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a participação deve gerar US$ 8 milhões em negócios realizados in loco e alinhavados durante o evento.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Maria Patrícia de Freitas, ressalta que esta foi a melhor performance das últimas três edições. Com menos dez marcas do que na edição passada, a mostra gerou 30% mais negócios. “A feira foi surpreendente para empresas e também para a Abicalçados”, frisa, acrescentando que os estandes verde-amarelos chamaram a atenção de grandes players de importantes mercados da América Latina. “Apesar de um fluxo menor de visitantes, a mostra teve um salto qualitativo com relação aos compradores presentes”, avalia. Segundo ela, in loco, foram vendidos cerca de 160 mil pares de calçados, número que deve chegar a mais de 2,6 milhões já nos próximos meses, em decorrência de negociações iniciadas no evento.
Expositores
A trader da Petite Jolie, Jéssica Bender, corrobora a avaliação da Abicalçados. “Grandes redes, que pouco iam até o pavilhão internacional, onde encontram-se as marcas brasileiras, estiveram presentes e efetivaram negócios”, comemora.
Para o representante comercial da Beira Rio no mercado colombiano, Dioni Bourscheid, a feira deve iniciar a retomada das vendas na Colômbia. “Registramos uma maior qualificação dos compradores presentes”, aponta Bourscheid.
Participando pela primeira vez da mostra colombiana, a marca Fila, produzida pelo grupo Dass Nordeste, teve resultados positivos na apresentação dos produtos, que ainda não haviam chegado no mercado local. “A expectativa foi superada devido ao grande número de clientes qualificados atendidos durante a feira”, avalia Carlos Freitas, gerente de exportação da marca.
Imagem
Antecedendo a mostra, o Brazilian Footwear promoveu o já tradicional evento de relacionamento com a imprensa local, o Photocall. Nesta oportunidade, o encontro teve a temática da Copa do Mundo e ocorreu em uma quadra de futebol indoor na capital colombiana. “Recebemos importantes veículos, tanto B2B como B2C, e conquistamos um bom espaço na imprensa local”, conta a coordenadora de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, ressaltando que o trabalho se estendeu para os dias da mostra, com visitas a veículos locais para tratar da indústria calçadista brasileira, tendências de moda, processos inovadores, entre outros temas.
Participaram da IFLS as marcas  Piccadilly, Beira Rio Conforto, Moleca, Vizzano, Molekinha, Modare Ultraconforto, Molekinho, Bottero, Verofatto, Fila, Petite Jolie, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Cartago e Grendene Kids.
Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br| www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
Sobre a Apex-Brasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br”

Referências:“Na Colômbia, IFLS gera US$ 8 milhões para marcas brasileiras”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/na-colombia-ifls-gera-us-8-milhoes-para-marcas-brasileiras” Acesso em: 20 de julho de 2018.