Instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividade

Resultado de imagem para instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividadeO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal): 

“Clínica é destinada a micro e pequenas empresas e abordará dicas para a gestão do tempo

Gerar conhecimento para empresas da região através de encontros gratuitos é o objetivo das clínicas ofertadas pelo Instituto By Brasil (IBB) em parceria com o Sebrae/RS. Com o tema “Gestão do Tempo para Aumento de Produtividade”, a próxima atividade acontecerá dia 29 de agosto, às 9 horas, na Assintecal, em Novo Hamburgo/RS.
Na oportunidade, o consultor Rodrigo Kayser Schwertner, engenheiro de produção, falará sobre estratégias para uma melhor organização do tempo, dando dicas para análise e priorização das ações, como envolver a equipe e utilizar ferramentas adequadas para auxiliar neste processo.“Nesta clínica iremos refletir sobre o que, de fato, necessitamos fazer em nosso dia a dia para dar conta dos compromissos que firmamos. Focaremos no cotidiano profissional, analisando situações e formas de abordagem. Serão trabalhados quatros passos simples para que o participante aumente a sua produtividade e alcance seus objetivos e compromissos”, destaca o consultor Kayser.
A clínica é totalmente gratuita e destinada a micro e pequenas empresas, sendo obrigatório CNPJ para participar. Inscrições pelo e-mail consultorias@institutobybrasil.org.br, informando Razão Social, CNPJ, nome e CPF do participante, telefone e e-mail.
Quando e onde:
29 de agosto às 9hs
Assintecal – Rua Júlio de Castilhos, 526 – Centro, Novo Hamburgo – RS

Evento gratuito”

Referências:“Instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividade”.

Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/780/instituto-by-brasil-promove-palestra-gratuita-sobre-produtividade”

Acesso em: 15 de agosto de 2018.

ALTA NA ENTRADA DE LUCROS E DIVIDENDOS ACIMA DO ESPERADO REDUZ DEFICIT NAS CONTAS EXTERNAS

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Brasília – A maior entrada no país de lucros e dividendos de filiais de empresas brasileiras no exterior reduziu o déficit nas contas externas em janeiro. E a expectativa para este mês é de mais entrada desses recursos no Brasil.

De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (26), em janeiro, o resultado líquido (receitas menos despesas) dos lucros e dividendos ficou positivo em US$ 437 milhões. No resultado parcial deste mês, até o dia 22, a entrada líquida de lucros e dividendos está em US$ 500 milhões, com receitas de US$ 1,5 bilhão.
Em janeiro as contas externas, também chamadas de transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, ficaram negativas em US$ 4,310 bilhões. Esse foi o menor resultado da série para meses de janeiro desde 2009, quando foi registrado déficit de US$ 3,45 bilhões. O resultado ficou abaixo do projetado pelo BC para o mês, que era US$ 5,3 bilhões. Para fevereiro, a expectativa é de resultado positivo nas transações correntes em US$ 300 milhões.
O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, explicou que a entrada desses recursos se concentra em janeiro e fevereiro devido aos resultados das empresas no ano anterior. “Ao mesmo tempo, o déficit [em janeiro] foi menor do que o ocorrido em janeiro de 2017 [US$ 5,085 bilhões] e do que o Banco Central tinha estimado. Isso se deve fundamentalmente a uma receita de lucros e dividendos de um pouco mais de US$ 1 bilhão acima do que tínhamos esperado. São subsidiárias de empresas brasileiras no exterior que mandaram recursos para o país na forma de lucros e dividendos. Isso deve ocorrer novamente em fevereiro”, disse Rocha.
Apesar desses resultados melhores nos primeiros meses do ano, o BC estima déficit em transações correntes neste ano  de US$ 18,4 bilhões,  maior do que os US$ 9,762 bilhões em 2017. “A razão deste aumento é o maior dinamismo da atividade econômica doméstica, que aumenta a demanda. Uma parte dessa demanda vai ser direcionada para bens e serviços no exterior”, disse.
Rocha citou que o crescimento da economia leva a um aumento de importações de mercadorias, gastos com transportes e viagens internacionais. Entre os itens do setor de serviços, Rocha afirmou que o aluguel de equipamentos ainda não indicou melhora. “A conta de aluguel de equipamentos está associada com despesas de investimentos. Essa conta ainda não se recuperou”, disse. Entretanto, ele avalia que os investimentos começaram a crescer, após o período de recessão, e pode haver demanda de aluguel no país em vez da procura pela exterior.
Investimento estrangeiro
Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir esse déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo do país. Em janeiro, esses investimentos chegaram a US$ 6,466 bilhões. O resultado ficou acima da estimativa do BC para o mês, que era US$ 3,5 bilhões. Segundo Rocha, no final de janeiro ocorreram duas operações que somaram US$ 2 bilhões, além de outros investimentos disseminados que influenciaram o resultado. Neste mês, até o dia 22, esses investimentos chegaram a US$ 3 bilhões e devem fechar o mês em US$ 4,2 bilhões.
(*) Com informações da Agência Brasil

Fonte: Comex do Brasil”

Referências:Alta na entrada de lucros e dividendos acima do esperado reduz deficit nas contas externas, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/358/alta-na-entrada-de-lucros-e-dividendos-acima-do-esperado-reduz-deficit-nas-contas-externas” Acesso em: 29 de fevereiro de 2018.

IAPC APONTA CRESCIMENTO NA PRODUÇÃO DE CALÇADOS EM 2017

Resultado de imagem para produção de calçadosO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Acaba de ser divulgado o fechamento do IAPC – Índice Assintecal de Produção Calçadista para o ano de 2017. O estudo é realizado juntamente com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e quantifica mensalmente a produção do setor de calçados no Brasil. O relatório referente ao mês de dezembro, aponta que a produção calçadista de 2017 apresentou aumento de 7,4%, com relação a 2016.

No acumulado do ano, os polos que se destacaram positivamente foram o Vale do Sinos (RS) e São João Batista (SC). Na comparação com o dezembro de 2016, a produção destes polos também ganham evidência, juntamente ao Vale do Paranhana (RS).

Após queda na produção em dezembro, devido ao período de férias de grande parte das empresas, a previsão é de que o aumento de pares em janeiro seja em torno de 40%.

Considerando o mês de fevereiro de 2018, observou-se um crescimento de

13,27% em relação ao mesmo mês do ano anterior, o que demonstra um um desempenho de crescimento, considerando a amostra de empresas que responde a pesquisa.

Junte-se ao grupo de empresas calçadistas que respondem ao IAPC e tenha acesso ao desempenho da indústria calçadista mensalmente. Um estudo produzido exclusivamente pela Assintecal em parceria com a Unisinos, desde 2002.

Os dados coletados com indústrias calçadistas, são transformados em índices e permitem a análise da evolução da produção nos seguintes polos: Vale do Paranhana, Vale do Sinos, São João Batista, Jaú, Birigui, Franca, Nova Serrana e Nordeste. O estudo possibilita:

·       Auxílio na tomada de decisão e avaliação de competitividade

·       Panorama do mercado calçadista em cada polo produtivo

·       Credibilidade e total sigilo da Unisinos na condução e manipulação dos dados

Associados da entidade recebem gratuitamente o relatório.

Mais informações entre em contato através do e-mail inteligencia@assintecal.org.br”

Referências:IAPC aponta crescimento na produção de calçados em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/340/iapc-aponta-crescimento-na-producao-de-calcados-em-2017” Acesso em: 26 de fevereiro de 2018.

VENDAS DE CALÇADOS CRESCERAM ENTRE 3% E 3,5% EM 2017

Resultado de imagem para crescimentoO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Mesmo sem os dados fechados, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) aponta que, em 2017, as vendas de calçados devam somar cerca de R$ 54 bilhões, 3% a 3,5% por mais do que em 2016. A projeção foi realizada na coletiva de imprensa da Couromoda, feira calçadista que acontece entre 15 e 18 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento contou ainda com a participação do presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rosnei Alfredo da Silva, dos executivos da Couromoda, Francisco e Jeferson Santos, e representantes de sindicatos dos principais polos calçadista brasileiros.

O presidente da Abicalçados, por sua vez, criticou o peso do Estado e defendeu uma urgente simplificação tributária. “Desde a Constituição de 88 convivemos com um número incontável de portarias e normas que, além de não dar segurança para o produtor, acabam onerando o sistema produtivo”, disse, ressaltando que, com uma simplificação do sistema tributário a atividade calçadista já teria um fôlego extra.

Perguntado sobre as oportunidades do setor em 2018, se estariam mais no mercado doméstico ou externo, Silva ressaltou que a indústria possui uma capacidade ociosa ainda relevante e que tem trazido a expertise da atuação no exigente mercado internacional para dentro das fronteiras.

Coletiva da Abicalçados
Os dados relativos a 2017 e as projeções para 2018 serão detalhados em coletiva de imprensa da Abicalçados, que será realizada amanhã, dia 16, no lounge da Administração da feira, a partir das 11h30. Do encontro, participarão, além dos executivos da Couromoda, Silva e o presidente da Ablac, Marcone Tavares,  o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein.

A Abicalçados participa da Couromoda com projetos de promoção comercial e de imagem. O Projeto Comprador Vip trouxe compradores colombianos dos grupos JCT Empresarial/Tiendas Josh e Calzado Sibony, e o Projeto Imagem 11 jornalistas estrangeiros de alguns dos principais veículos de comunicação segmentada do mundo: CueroAmerica e Serma, da Argentina; Style America, ADN e Publimetro, da Colômbia; Global Fashion, da Espanha;  Chausser, da França; Moda Pelle e Edizioni AF, da Itália;  Fashion Trend, da China; e Sourcing Journal, dos Estados Unidos.”

Referências:Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/vendas-de-calcados-cresceram-entre-3-e-3-5-em-2017” Acesso em: 17 de janeiro de 2018.

ECONOMIA BRASILEIRA APRESENTA CRESCIMENTO DE 0,1% NO TERCEIRO TRIMESTRE

Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Oferta

A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

“A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

Demanda

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

Setor externo

As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

Acumulados

O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

Revisões

O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior.”

Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

PESQUISAS MOSTRAM QUE 73% DOS BRASILEIROS DEVEM IR ÀS COMPRAS NO NATAL; DATA VAI MOVIMENTAR R$ 51,2 BI NA ECONOMIA

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Roupas, calçados e acessórios estão entre os produtos mais procurados no Natal

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes, no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

“Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. A cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shoppings centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.”

Referências:Pesquisas mostram que 73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/78/pesquisas-mostram-que-73-dos-brasileiros-devem-ir-as-compras-no-natal-data-vai-movimentar-r-512-bi-na-economia” Acesso em: 05 de dezembro de 2017.”

 

EXPORTAÇÕES PARA OS PAÍSES ÁRABES TÊM O MELHOR MÊS DE OUTUBRO EM QUATRO ANOS E CRESCEM 52%

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

São Paulo – As exportações brasileiras aos países árabes cresceram 52,6% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado, alcançando US$ 1,36 bilhão. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e representam o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012.

O desempenho da Arábia Saudita e do Egito, os dois principais mercados dos produtos brasileiros entre os países árabes no mês, ajudou a explicar a alta. Para os sauditas as vendas somaram US$ 289 milhões, avanço de 109% sobre outubro de 2016, enquanto o mercado egípcio comprou US$ 271,3 milhões no mês passado, crescimento de 144,6% em relação a igual mês de 2016.

“O Egito continua influenciando positivamente no resultado das exportações brasileiras aos países árabes. Não só em relação a outubro, o desempenho no ano também está acima da média”, comentou Rubens Hannun, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

Enquanto as vendas externas a todos os países árabes somaram US$ 11,4 bilhões de janeiro a outubro, um crescimento de 22,3% na comparação com os dez primeiros meses de 2016, o Egito registrou uma alta de 31,7%, alcançando US$ 2 bilhões em compras no período. “Eles ampliaram a compra de carne e açúcar, principalmente”, explicou o diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby.

No acumulado até outubro, o Egito é o terceiro maior comprador de produtos brasileiros entre os árabes. À sua frente aparecem a Arábia Saudita, com US$ 2,32 bilhões em importações, alta de 13,9%, e os Emirados Árabes Unidos, cujo avanço chegou a 19,7%, para US$ 2,1 bilhões.

Os países árabes representaram 6,23% das exportações brasileiras nos primeiros dez meses do ano. No total, o Brasil exportou US$ 183,5 bilhões, um avanço de 19,9% sobre o mesmo período de 2016.

“As exportações aos países árabes seguem ganhando espaço, um reflexo do trabalho que a Câmara Árabe vem fazendo”, destacou o presidente Hannun, citando como exemplo as ações que a entidade promoveu junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para minimizar os efeitos da Operação Carne Fraca nas exportações da carne brasileira.

Deflagrada pela Polícia Federal em março, a operação revelou irregularidades em alguns frigoríficos brasileiros, mas a situação logo foi contornada. Em maio, uma missão liderada pelo Mapa, com apoio da Câmara Árabe, visitou países da região para destacar a segurança e a qualidade da carne brasileira. “Graças a esse esforço, conseguimos até aumentar as exportações para a região”, disse Hannun.

Até outubro, os embarques de todos os tipos de carnes para os árabes cresceram 3,4%, gerando US$ 3,1 bilhões. O produto é o segundo na pauta de exportação brasileira para a região, superado apenas pelo açúcar, que somou US$ 3,93 bilhões no período, um crescimento superior a 40%.

Juntos, açúcar e carnes representam mais de 60% das exportações brasileiras aos países árabes.

Importação

Nos primeiros dez meses do ano, as importações brasileiras dos países árabes somaram US$ 5,3 bilhões, um crescimento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Argélia, com US$ 2 bilhões (alta de 31,2%), Arábia Saudita, com US$ 1,02 bilhão (aumento de 50,8%), e Marrocos, com US$ 703 milhões (avanço de 37,1%), foram as principais origens das compras brasileiras.

Combustíveis e adubos e fertilizantes corresponderam a mais de 90% do que o Brasil importou dos países da região. “A Câmara Árabe continua trabalhando forte para diversificar a pauta de importação dos árabes, promovendo eventos e buscando parcerias na região”, destacou Michel Alaby.

Fonte: Comex do Brasil

Referências:Exportações para os países árabes têm o melhor mês de outubro em quatro anos e crescem 52%, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/26/exportacoes-para-os-paises-arabes-tem-o-melhor-mes-de-outubro-em-quatro-anos-e-crescem-52” Acesso em: 23 de novembro de 2017.”

EXPORTAÇÕES DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS CRESCEM 32,8% E SOMAM US$ 813 MILHÕES

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

“São Paulo – As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos cresceram 32,8% em setembro, comparado com o mesmo mês de 2016. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta quarta-feira (25) apontam que as fabricantes do setor faturaram US$ 813 milhões com as vendas externas no mês passado. O valor, entretanto, ficou 2,7% abaixo das receitas com os embarques em agosto.

No acumulado do ano, a indústria brasileira de bens de capital registrou um aumento de 9,4% nas exportações, alcançando US$ 6,5 bilhões. Para a Abimaq, além do recuo na demanda do mercado doméstico, melhorou a atividade no mercado internacional.

“Muitas empresas têm mantido suas atividades produtivas com boa parte de suas receitas relacionadas às exportações, ainda que com rentabilidade reduzida e eventual prejuízo em função da apreciação cambial”, afirmou a associação, em nota.

Os principais destinos dos produtos brasileiros foram América Latina, Estados Unidos e Europa, de acordo com a Abimaq. Na mão contrária, os países que mais forneceram máquinas para a indústria brasileira foram China, Estados Unidos e Alemanha.

As compras externas somaram US$ 9,5 bilhões nos primeiros nove meses do ano, valor 21,9% inferior ao do mesmo período do ano passado. Mas em setembro o índice registrou resultado positivo: as importações alcançaram US$ 1,17 bilhão, crescimento de 16,8% sobre setembro de 2016 e de 7% em relação a agosto.

O consumo aparente, que mede a atividade no mercado doméstico – e equivale à soma do comercializado no Brasil com as importações – caiu 21,8% de janeiro a setembro em relação aos nove primeiros meses de 2016, para R$ 64 bilhões. No mês passado, somou R$ 7,5 bilhões, recuo de 6,3% em relação a setembro do ano passado, mas 1% acima do resultado de agosto.

No total, o faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos somou R$ 50,05 bilhões no acumulado do ano, uma queda de 4,5% em relação a igual período do ano passado. Em setembro, somou R$ 5,8 bilhões, queda de 5,7% na comparação anual e 4,3% na mensal.

(*) Com informações da ANBA”

Referências:Exportações de máquinas e equipamentos crescem 32,8% e somam US$ 813 milhões, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/exportacoes-de-maquinas-e-equipamentos-crescem-328-e-somam-us-813-milhoes” Acesso em: 27 de outubro de 2017.”

VAREJO BRASILEIRO DEVE CRESCER 1,4% NESTE ANO

Em 2017, o volume de vendas do comércio varejista brasileiro deve crescer 1,4% em relação a 2016, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em julho, a estimativa da entidade era de que o setor fecharia o ano com leve recuo de 0,4% – a melhora de cenário se deve a uma queda da inação, nos últimos meses, maior do que se esperava.

“Fechar o ano no campo positivo é uma boa notícia. E a mola dessa recuperação é a queda dos juros e da inação, juntamente com a base de comparação muito fraca. A retomada é lenta, e não compensará o que foi perdido no ano passado, mas é consistente”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Em 2016, o varejo restrito nacional registrou retração de 6,2% sobre o ano anterior, de acordo com o IBGE. O pior resultado da série histórica da projeção da ACSP iniciada em março de 2007 foi em outubro de 2016 (-6,8%).

Segundo a ACSP, o setor deve zerar a queda em outubro de 2017 e registrar avanço de 2,3% em março de 2018 na variação em 12 meses. A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia/ACSP com base em dados do IBGE e do Índice Nacional de Conança/ACSP. Contempla as seguintes atividades: 1) combustíveis e lubricantes; 2) hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 3) tecidos, vestuário e calçados; 4) móveis e eletrodomésticos; 5)

artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 6) livros, jornais, revistas e papelaria; 7) equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação; 8) outros artigos de uso pessoal e doméstico.

Referências:Varejo brasileiro deve crescer 14 neste-ano, 2017. Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/varejo-brasileiro-deve-crescer-14-neste-ano” Acesso em: 20 de outubro de 2017.