Instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividade

Resultado de imagem para instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividadeO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal): 

“Clínica é destinada a micro e pequenas empresas e abordará dicas para a gestão do tempo

Gerar conhecimento para empresas da região através de encontros gratuitos é o objetivo das clínicas ofertadas pelo Instituto By Brasil (IBB) em parceria com o Sebrae/RS. Com o tema “Gestão do Tempo para Aumento de Produtividade”, a próxima atividade acontecerá dia 29 de agosto, às 9 horas, na Assintecal, em Novo Hamburgo/RS.
Na oportunidade, o consultor Rodrigo Kayser Schwertner, engenheiro de produção, falará sobre estratégias para uma melhor organização do tempo, dando dicas para análise e priorização das ações, como envolver a equipe e utilizar ferramentas adequadas para auxiliar neste processo.“Nesta clínica iremos refletir sobre o que, de fato, necessitamos fazer em nosso dia a dia para dar conta dos compromissos que firmamos. Focaremos no cotidiano profissional, analisando situações e formas de abordagem. Serão trabalhados quatros passos simples para que o participante aumente a sua produtividade e alcance seus objetivos e compromissos”, destaca o consultor Kayser.
A clínica é totalmente gratuita e destinada a micro e pequenas empresas, sendo obrigatório CNPJ para participar. Inscrições pelo e-mail consultorias@institutobybrasil.org.br, informando Razão Social, CNPJ, nome e CPF do participante, telefone e e-mail.
Quando e onde:
29 de agosto às 9hs
Assintecal – Rua Júlio de Castilhos, 526 – Centro, Novo Hamburgo – RS

Evento gratuito”

Referências:“Instituto By Brasil promove palestra gratuita sobre produtividade”.

Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/780/instituto-by-brasil-promove-palestra-gratuita-sobre-produtividade”

Acesso em: 15 de agosto de 2018.

EXPORTAÇÕES DE MÁQUINAS CRESCEM 84,4% EM JANEIRO E GERAM RECEITA DE US$ 820,93 MILHÕES

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Brasília – As exportações apresentaram forte crescimento em janeiro. Foram vendidos ao exterior US$ 820,93 milhões, 84,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com a Abimaq, o resultado é reflexo do desempenho muito baixo de janeiro de 2017 – o segundo pior resultado desde janeiro de 2006. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram a América Latina, Europa e os Estados Unidos. A participação da América Latina foi menor, em função do aumento da participação dos EUA e, principalmente, da Europa.
“De forma geral, boa parte da melhora observada nos últimos meses das exportações pode ser explicado pelo crescimento da atividade econômica no mundo, e também pela fraca demanda interna, que tem influenciado muitas empresas a manterem suas atividades produtivas nas exportações, ainda que, eventualmente, com rentabilidade reduzida em função do câmbio apreciado”, destacou a entidade em nota.
As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou queda em janeiro. O resultado no primeiro mês do ano foi de R$ 4,38 bilhões, 1,1% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado.
A indústria de máquinas e equipamentos terminou o mês de janeiro com 291,2 mil pessoas ocupadas. Na comparação com janeiro de 2017, houve redução de 1.669 postos de trabalho, a 49º queda consecutiva nesse tipo de comparação.
 (*) Com informações da Agência Brasil

Fonte: Comex do Brasil”

Referências:Exportações de máquinas crescem 84,4% em janeiro e geram receita de US$ 820,93 milhões, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/368/exportacoes-de-maquinas-crescem-844-em-janeiro-e-geram-receita-de-us-82093-milhoes” Acesso em: 01 de março de 2018.

MAIOR FEIRA NORTE-AMERICANA RECEBERÁ 21 MARCAS CALÇADISTAS BRASILEIRAS

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“As marcas verde-amarelas estão de malas prontas para participar da maior feira de calçados dos Estados Unidos, a FN Platform. Ocorrendo duas vezes por ano, em Las Vegas, a mostra conta com mais de 700 expositores de 30 países, e nesta edição acontece entre os dias 12 e 14 de fevereiro. A participação de 21 grifes brasileiras é viabilizada por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Korndorfer Scheffel, destaca que o mercado norte-americano é muito competitivo, com marcas reconhecidas mundialmente buscando a atenção dos lojistas e é claro, consumidores finais. Para trabalhar marca nos Estados Unidos, é necessário traçar uma estratégia de longo prazo, que permita investimentos em promoção comercial atrelados a iniciativas de posicionamento de marca.

Conforme dados levantados pela Abicalçados, em 2017 foram embarcados para os Estados Unidos 11,33 milhões de pares que geraram US$ 190 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 14,2% em receita no comparativo com 2016. “Apesar da queda, os Estados Unidos, desde o princípio das exportações brasileiras de calçados, se mantêm como o principal mercado estrangeiro. A participação constante na FN Platform mostra que as marcas brasileiras estão evoluindo de um formato de trabalho de private label, que é a produção de calçado com a marca do cliente, para realmente investirem na abertura de mercado com suas próprias marcas, sendo esse o principal objetivo do Programa Brazilian Footwear“, comenta Ruisa, acrescentando que a FN Platform é uma ótima oportunidade para encontrar compradores daquele país, posicionar a marca no mercado e encontrar parceiros locais.

Na feira de fevereiro do ano passado, as marcas brasileiras geraram, in loco, US$ 1,6 milhão, com expectativa de chegar a US$ 5,3 milhões em negócios alinhavados durante o evento.

Participam da FN Platform as marcas Rider, Grendha, Zaxy, Cartago, Ipanema, Anatomic Shoes, Moema, Schutz, Pampili, Boaonda, Shoetherapy, Carrano, Vicenza, Klin, Bibi, Piccadilly, Capelli Rossi, Werner, Amazonas, Lynd e Fio de Ouro.

Sobre o Brazilian Footwear:
Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear

Sobre a Apex-Brasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br”

Referências: Maior feira norte-americana receberá 21 marcas calçadistas brasileiras, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/292/-copa-do-mundo-russia-2018” Acesso em: 13 de fevereiro de 2018.

RECUPERAÇÃO EM 2017 ANIMA CALÇADISTAS

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“A tímida recuperação registrada na demanda doméstica por calçados, tanto no mercado interno como internacional, animou os calçadistas para 2018. Embora o clima seja de cautela, pois trata-se de um ano com muitos feriados e eventos, como Copa do Mundo de futebol e eleições, a inadimplência em queda, a inflação e os juros baixos e a retomada da confiança por parte do consumidor formam um contexto de projeção positiva. Essa foi a tônica da coletiva de imprensa da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), realizada hoje, dia 16, na 45ª edição da Couromoda, feira calçadista que lança mais de duas mil coleções de calçados e acessórios até o dia 18, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.

Saudando a união entre entidades setoriais da cadeia coureiro-calçadista, o presidente da Couromoda, Francisco Santos, ressaltou que, com as condições econômicas favoráveis – e as reformas necessárias para o ajuste das contas públicas – aliadas aos esforços do setor para a adaptação às condições de mercado, a expectativa é de retomada. “Essa é a melhor Couromoda dos últimos quatro anos e tenho convicção de que, com o esforço conjunto dos empresários, iremos consolidar a posição do Brasil como um dos maiores produtores de calçados do mundo, o maior fora da Ásia”, disse.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destacou o leve crescimento no varejo ao longo de 2017, impulsionado sobretudo pela queda da inflação. Segundo ele, o incremento nas vendas internas, embora ainda tímidos, foram importantes para que a produção de calçados aumentasse mais de 3% ao longo do ano, mas o que “salvou” o setor foram as exportações. “A Abicalçados trabalha com duas preocupações quando se trata de análise de mercado, a demanda doméstica e o impacto da competitividade nas exportações”, comentou. Com isso, o executivo avaliou que o crescimento das vendas internacionais no ano passado, de 1,2% em pares e 9,3% em receita em relação a 2016 (127 milhões de pares por US$ 1,09 bilhão, o melhor resultado desde 2013), teve papel determinante para o desempenho do setor calçadista.

Desafios estruturais
Embora comemorando o resultado de 2017, Klein destacou que os desafios para a indústria ainda são grandes, já que esse número ainda está muito aquém de performances anteriores – quando o setor gerou quase U$ 2 bilhões com embarques e conseguiu grandes índices de crescimento no varejo.

Levantando as questões estruturais que afetam diretamente o desempenho do segmento, como a alta carga tributária e os altos custos logísticos e trabalhistas, o executivo ressaltou que a Abicalçados também tem trabalhado fortemente com iniciativas que permitam uma melhora da competitividade da indústria no “intramuros” e que não dependam do poder público.  “Dentro deste contexto, a Abicalçados tem trabalhado ações que permitam uma maior competitividade para a indústria, especialmente por meio de inciativas como as do âmbito do Future Footwear, que buscam incorporar novos modelos de negócios, processos de produção e tecnologia em produto no segmento”, apontou, dando exemplos práticos como o projeto SOLA, que através da automação logística promoveu a economia de R$ 500 mil em um ano para uma grande calçadista nacional.

Expectativa
Para 2018 a expectativa é de uma estabilidade na produção de calçados, apesar da previsão da Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) de um crescimento na faixa de 3,5% nas vendas. “O câmbio tem papel determinante no desempenho da indústria. O dólar menos valorizado, além de encarecer o nosso produto para o comprador estrangeiro, acaba favorecendo as importações, que podem usufruir mais da expectativa do reaquecimento do mercado doméstico”, comentou Klein.

O presidente do Conselho Deliberativo da Abicalçados, Rosnei Alfredo da Silva, também foi comedido quando questionado sobre as expectativas dos produtores de calçados. “A analogia que fazemos é simples. Na virada do ano, nos brindes, todos pensam em crescer. As empresas são como as pessoas e uma entidade que representa o setor não pode falar de sonhos, mas da realidade”, disse Silva.

Varejo
Também participando da coletiva da Abicalçados, o presidente da Ablac, Marcone Tavares, ressaltou que apesar da queda de quase 9% no volume de vendas, o varejo brasileiro teve um incremento de 4,9% na receita ao longo de 2017. “Os números mostram que o consumidor brasileiro está mais consciente, agindo menos por impulso, o que tem promovido uma maior profissionalização do varejo, um amadurecimento positivo para o setor”, disse, acrescentando que o preço médio do calçado vendido avançou 12,7% ao longo daquele ano.

Para o dirigente, no entanto, a projeção de crescimento é mais comedida em 2018, de 3,5% em faturamento. “Será um ano com menos dias úteis para o varejo, além das eleições e a Copa do Mundo de futebol, o que sempre tira um pouco da atenção do consumidor”, acrescentou.

Além dos citados, participaram da coletiva da Abicalçados o diretor geral da Couromoda, Jeferson Santos, e o diretor-executivo da Ablac, Wesley Barbosa.”

Referências:Recuperação em 2017 anima calçadistas, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/recuperacao-em-2017-anima-calcadistas” Acesso em: 19 de janeiro de 2018.

ECONOMIA BRASILEIRA APRESENTA CRESCIMENTO DE 0,1% NO TERCEIRO TRIMESTRE

Resultado de imagem para economia brasileiraO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, seguindo expansão de 0,7% nos três meses antecedentes (dado revisado), feitos os ajustes sazonais, de acordo com o resultado das Contas Nacionais divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado do período de julho a setembro ficou abaixo da média apurada pelo Valor Data junto a 26 consultorias e instituições financeiras, que apontava crescimento de 0,3%. O intervalo das estimativas ia de estabilidade a alta de 0,9%.

Ante o terceiro trimestre de 2016, a economia brasileira apresentou expansão de 1,4%. A média das estimativas do Valor Data apontava crescimento de 1,3%, com intervalo entre alta de 1% e 1,9%.

Em valores correntes, o PIB brasileiro somou R$1,641 trilhão de julho a setembro, sendo R$1,416 trilhão relativos ao Valor Adicionado e R$225,8 bilhões referentes aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Oferta

A agropecuária registrou contração de 3% entre julho e setembro, após ser destaque no segundo trimestre e ter ajudado no desempenho da economia naquele período. O recuo, porém, ficou abaixo daquele previsto pelos consultados pelo Valor Data (-4,5%). Perante o terceiro trimestre de 2016, contudo, houve expansão de 9,1%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos de lavoura que possuem safra relevante no terceiro trimestre e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzid em relação à área plantada”, apontou o IBGE.

“A agropecuária segue contribuindo positivamente para o desempenho do ano”, avaliou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. O avanço de 9,1% registrado pela atividade agropecuária foi puxado, sobretudo, pela cultura do milho, indicou.

Por sua vez, a indústria registrou crescimento de 0,8% entre o segundo e o terceiro trimestre de 2017. A expectativa era de alta de 1%, conforme as instituições consultadas pelo Valor data. Sobressaíram os desempenhos nas indústrias de transformação (1,4%) e nas indústrias extrativas (0,2%). Perante o terceiro trimestre de 2016, a indústria subiu 0,4%.

O setor de serviços teve expansão de 0,6% no período, em linha com a estimativa. Nessa atividade, o destaque ficou com o comércio, que avançou 1,6%. Ante o intervalo de julho a setembro de 2016, serviços viram alta de 1%.

Demanda

Pelo lado da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2017, perante os três meses antecedentes.

A demanda do governo diminuiu 0,2% e a formação bruta de capital fixo (FBCF, medida das contas nacionais do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa) subiu 1,6% entre julho e setembro, na comparação com abril a junho.

Analistas consultados pelo Valor Data estimavam alta de 0,3% para o consumo das famílias, de 0,4% para os gastos do governo e elevação de 1,5% para a formação bruta de capital fixo.

Por fim, a taxa de investimento atingiu 16,1% do PIB no terceiro trimestre do ano.

Setor externo

As exportações cresceram 4,1% no terceiro trimestre, enquanto as importações tiveram alta de 6,6% em relação aos três meses anteriores. A expectativa do mercado era de aumento de 2,9% e de 4,4%, respectivamente.

Acumulados

O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,6% no acumulado de 2017 até setembro, no confronto com mesmo intervalo do calendário anterior. A agropecuária cresceu 14,5%, mas a indústria e os serviços tiveram retração, de 0,9% e de 0,2%, nesta ordem.

Nos 12 meses até setembro, a economia brasileira registrou queda de 0,2% devido ao decréscimo de 0,1% do Valor Adicionado a preços básicos, e do recuo de 0,5% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Ao mesmo tempo que a agropecuária apresentou desempenho positivo, com alta de 11,6%, a indústria e os serviços encolheram, em 1,4% e 0,8%, respectivamente.

Revisões

O IBGE revisou o desempenho do PIB em 2016, de queda de 3,6% para recuo de 3,5% e reviu ainda o resultado da atividade econômica nos dois primeiros trimestres deste ano, além dos trimestres do calendário anterior.”

Referências:Economia brasileira apresenta crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/104/economia-brasileira-apresenta-crescimento-de-01-no-terceiro-trimestre-” Acesso em: 07 de dezembro de 2017.”

BB ESPERA CRESCIMENTO DE 6% NO MERCADO DE CRÉDITO EM 2018

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

SÃO PAULO – O mercado de crédito deverá apresentar um crescimento da ordem de 6% no ano que vem, afirmou o presidente do Banco do Brasil (BB), Paulo Rogério Caffarelli. “A economia já saiu da recessão, e os indicadores mais recentes indicam que a melhora, mesmo que gradual, é consistente”, disse. A expectativa do executivo é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país apresente expansão de 2,8% em 2018. “A queda dos juros e o crédito são alavancas para melhorar o PIB”, afirmou, ao acrescentar que vê espaço para a continuidade da redução da taxa básica de juros (Selic). Em entrevista coletiva para comentar os resultados do BB, Caffarelli anunciou a criação ainda neste ano de uma nova área dedicada a comércio exterior dentro do banco. “A retomada da economia passa pelo comércio exterior e infraestrutura”, disse, ao ponderar que a criação da nova área ocorrerá sem aumento de custos.

Referências:BB espera crescimento de 6% no mercado de crédito em 2018, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/bb-espera-crescimento-de-6-no-mercado-de-credito-em-2018” Acesso em: 09 de novembro de 2017.”

ESTOQUE DE CRÉDITO FICA ESTÁVEL EM SETEMBRO EM R$ 3,047 TRI, NOTA BC

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

BRASÍLIA – (Atualizada às 11h29) O saldo das operações de crédito do sistema financeiro ficou estável ante o mês anterior e o estoque chegou a R$ 3,047 trilhões em setembro, segundo relatório divulgado pelo Banco Central (BC).

Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC para 12 meses acumulados até setembro, o estoque de operações de crédito ficou praticamente estável, com redução de 0,1 ponto, passando de 47,1% em agosto para 47% em setembro. Em 12 meses, o recuo do estoque de crédito está em 2 pontos.

O saldo total do crédito livre aumentou 0,2% de agosto para setembro, chegando a um total de R$ 1,529 trilhão. O crédito direcionado recuou 0,3% em setembro, atingindo o volume de R$ 1,517 trilhão.

Os empréstimos com recursos livres são aqueles cujas taxas são definidas livremente entre os bancos e os tomadores em cada operação. Incluem, por exemplo, cheque especial, cartão de crédito e financiamento de veículos.

O crédito direcionado é composto por operações cujos juros ou cuja fonte de recursos são definidos pelo governo, como o financiamento habitacional e o crédito rural, por exemplo.

O saldo total de crédito para as famílias teve alta de 0,2% em setembro, para R$ 1,615 trilhão. Para as empresas, houve queda, de 0,4%, somando R$ 1,431 trilhão.

Concessões

O sistema financeiro concedeu 5,1% a menos em novos empréstimos e financiamentos entre agosto e setembro. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento, de 9,1%.

Na passagem do oitavo para o nono mês de 2017, o BC apontou queda nas concessões para empresas e nas operações com famílias. Na comparação dos volumes acumulados em cada mês, as concessões para clientes corporativos diminuíram 4% somando R$ 117 7 bilhões em setembro.

Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 152,4 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 6% abaixo do que tinha concedido um mês antes. Sob o ponto de vista do tipo de recurso usado pelas instituições para dar o crédito, a concessão com recursos livres caiu 4,5% e com recursos direcionados recuou 10,7%.

As concessões no crédito direcionado caíram 14,6% nas operações com pessoas físicas, enquanto foi registrada baixa de 5,3% nas operações com empresas. Quando são consideradas as concessões no crédito livre, o volume caiu 3,8% nas operações com empresas e diminuiu 4,9% nas operações com as famílias.

Referências:Estoque de crédito fica estável em setembro em R$ 3,047 tri, nota BC, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/estoque-de-credito-fica-estavel-em-setembro-em-r-3047-tri-nota-bc” Acesso em: 30 de outubro de 2017.”

BRASIL TEM SUPERÁVIT EM CONTA CORRENTE DE US$ 434 MILHÕES EM SETEMBRO

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

BRASÍLIA – O Brasil registrou em setembro superávit de US$ 434 milhões na sua conta de transações correntes, acima do superávit de US$ 300 milhões projetado pelo Banco Central (BC) para o mês.

No resultado acumulado do ano, de janeiro a setembro, o déficit em conta corrente somou US$ 2,706 bilhões, uma redução expressiva em relação aos US$ 13,590 bilhões apurados em período equivalente de 2016.

Comparando os dados acumulados em 12 meses, houve redução do déficit. O resultado negativo apurado até setembro, por essa métrica, chegou a US$ 12,646 bilhões, o equivalente a 0,63% do PIB estimado pelo BC. Em período correspondente até agosto, o déficit em transações correntes totalizou US$ 13,584 bilhões, 0,69% do PIB.

A mais recente projeção do BC, divulgada em fins de setembro, indica continuidade de queda no déficit até o fim do ano. Sua estimativa é que o resultado feche o ano em US$ 16 bilhões, equivalentes a 0,77% do PIB.

O resultado em conta corrente é um dos mais importantes indicadores da solvência externa do país. Ele engloba as principais transações do país com o resto do mundo, incluindo a balança comercial (exportações menos importações), que teve superávit de US$ 4,918 bilhões em setembro, os serviços (turismo internacional, fretes, aluguel de equipamentos, entre outros), com déficit de US$ 2,879 bilhões, as rendas primárias (juros, remessas de lucros e dividendos, entre outros), com saldo negativo de US$ 1,995 bilhão, e as rendas secundárias (transferências feitas por migrantes, entre outras), superavitária em US$ 390 milhões.

Referências:Brasil tem superávit em conta corrente de US$ 434 milhões em setembro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/brasil-tem-superavit-em-conta-corrente-de-us-434-milhoes-em-setembro” Acesso em: 26 de outubro de 2017.”

VAREJO BRASILEIRO DEVE CRESCER 1,4% NESTE ANO

Em 2017, o volume de vendas do comércio varejista brasileiro deve crescer 1,4% em relação a 2016, segundo projeção da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Em julho, a estimativa da entidade era de que o setor fecharia o ano com leve recuo de 0,4% – a melhora de cenário se deve a uma queda da inação, nos últimos meses, maior do que se esperava.

“Fechar o ano no campo positivo é uma boa notícia. E a mola dessa recuperação é a queda dos juros e da inação, juntamente com a base de comparação muito fraca. A retomada é lenta, e não compensará o que foi perdido no ano passado, mas é consistente”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Em 2016, o varejo restrito nacional registrou retração de 6,2% sobre o ano anterior, de acordo com o IBGE. O pior resultado da série histórica da projeção da ACSP iniciada em março de 2007 foi em outubro de 2016 (-6,8%).

Segundo a ACSP, o setor deve zerar a queda em outubro de 2017 e registrar avanço de 2,3% em março de 2018 na variação em 12 meses. A projeção foi elaborada pelo Instituto de Economia/ACSP com base em dados do IBGE e do Índice Nacional de Conança/ACSP. Contempla as seguintes atividades: 1) combustíveis e lubricantes; 2) hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 3) tecidos, vestuário e calçados; 4) móveis e eletrodomésticos; 5)

artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; 6) livros, jornais, revistas e papelaria; 7) equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação; 8) outros artigos de uso pessoal e doméstico.

Referências:Varejo brasileiro deve crescer 14 neste-ano, 2017. Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/varejo-brasileiro-deve-crescer-14-neste-ano” Acesso em: 20 de outubro de 2017.

ECONOMIA BRASILEIRA RECUA 0,38% EM AGOSTO, APONTA BC

 

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

“BRASÍLIA – O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostrou queda de 0,38% em agosto, no dado dessazonalizado, após aumento de 0,36% em julho (dado revisado hoje de elevação de 0,41%).

A queda foi mais forte do que a média das estimativas coletadas pelo Valor Data, de retração de 0,23%, num universo de 21 projeções feitas por instituições financeiras, que iam de queda de 0,7% a expansão de 0,1%.

No ano, o IBC-Br encontra-se no terreno positivo, com alta acumulada de 0,31% sem ajuste sazonal e elevação de 0,42% na série com ajuste. Nos 12 meses encerrados em agosto, há ainda retração, de 1,08% na série sem ajuste sazonal, e de 0,89% no dado ajustado.

Devido às revisões constantes do indicador, o IBC-Br medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal. Em comparação com julho de 2016, o índice tem alta de 1,64% na série sem ajuste sazonal e aumento de 1,46% com ajuste.

Na média móvel trimestral, indicador utilizado para captar tendência, o IBCBr avançou 1,05% na série sem ajuste e 0,14% considerando o ajuste.

Embora seja anunciado como “PIB do BC”, o IBC-Br tem metodologia de cálculo distinta das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (agropecuária, indústria e serviços). A estimativa do IBC-Br incorpora a produção estimada para os três setores acrescida dos impostos sobre produtos. O PIB calculado pelo IBGE, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período.”

Referências:Economia brasileira recua 0,38% em agosto, aponta BC, 2017. Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/economia-brasileira-recua-038-em-agosto-aponta-bc” Acesso em: 19 de outubro de 2017.