Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na Feevale

Resultado de imagem para Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na FeevaleO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“No dia 28 de agosto acontece o curso Financiamentos e Formas de Proteção Cambial nas Operações de Exportação e Importação, na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Com duração de quatro horas, o curso será ministrado pelo professor Edmilson Milan.

Milan possui especialização em Comércio Internacional (PUCRS), atuou por 31 anos no Banco do Brasil nas áreas de Comércio Exterior e Câmbio. Foi administrador expatriado do Banco do Brasil no Japão por cinco anos (2007 a 2012) e é Professor convidado no MBA Negócios e Empreendimentos Internacionais (Unisinos).
Na ocasião, serão trabalhos os seguintes temas:
• Análise de cenários
• Histórico das taxas de câmbio no Brasil
• Financiamento às exportações
• Formas de proteção cambial nas operações de exportação
• Financiamento às importações
• Formas de proteção cambial nas operações de importação
Clique aqui e saiba mais.
Associados da Assintecal tem direito a 10% de desconto, que deverá ser solicitado pelo e-mail cursoseeventos@feevale.br.
Quando e onde:
28 de agosto de 2018
18h15min às 22h15min
Universidade Feevale Câmpus II – Novo Hamburgo/RS”

Referências:“Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na Feevale”.

Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/790/confira-a-programacao-do-seminario-integracao-e-inovacao-na-cadeia-produtiva-do-calcado-francahttp://stickfran.com.br/index.php/adm/blog/editpost/394

Acesso em: 27 de agosto de 2018.

BALANÇA COMERCIAL ACUMULA SUPERÁVIT DE US$ 9,648 BILHÕES ATÉ A SEGUNDA SEMANA DE MARÇO

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Brasília –  A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,977 bilhões na segunda semana de março. O valor é resultado de exportações de US$ 6,808 bilhões e importações de US$ 4,832 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 6,808 bilhões e os embarques ao exterior são de US$ 4,832 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 41,089 bilhões e as importações, US$ 31,441 bilhões, com saldo positivo de US$ 9,648 bilhões.

Clique aqui para acessar os dados completos da balança comercial
Mês
Nas exportações, houve crescimento de 11,4%, na comparação da média até a segunda semana de março deste ano (US$ 972,6 milhões) com a de março do ano passado 2017 (US$ 872,8 milhões). O aumento foi causado pelo acréscimo nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (19,4%, por conta, principalmente, de celulose, ferro-ligas, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, zinco em bruto, madeira serrada ou fendida), manufaturados (11,8%, em função de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, aviões, suco de laranja congelado, tubos de ferro fundido, veículos de carga); e básicos (8,9%, causado por soja em grão, farelo de soja, minério de cobre, milho em grão, fumo em folhas, carne bovina).
Nas importações, a média diária até a segunda semana de março de 2018  (US$ 690,3 milhões) ficou 22,7% acima da média de março de 2017 (US$ 562,5 milhões). Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (45,0%), combustíveis e lubrificantes (38,7%), veículos automóveis e partes (30,5%), equipamentos eletroeletrônicos (25,6%) e equipamentos mecânicos (18,5%).

(*) Com informações do MDIC”

Referências:Balança comercial acumula superávit de US$ 9,648 bilhões até a segunda semana de março, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/424/balanca-comercial-acumula-superavit-de-us-9648-bilhoes-ate-a-segunda-semana-de-marco” Acesso em: 15 de março de 2018.

SETOR DE MATERIAIS, QUÍMICOS E MÁQUINAS INCREMENTA EXPORTAÇÕES NA FIMEC COM PROJETO COMPRADOR

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Projeto By Brasil traz 11 compradores da América Latina e EUA para realizar negócios com o setor coureiro-calçadista.

Entre os dias 6 e 8 de março, compradores internacionaischegam ao Brasil para visitar a Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) e realizar rodadas de negócios com fornecedores de componentes brasileiros.
Ao todo serão 11 compradores de seis países – Estados U nidos, México, Argentina, Colômbia, Peru e Equador.
O Projeto Comprador é promovido pelo By Brasil Components and Chemicals, ação de incentivo às exportações executadas em parceria pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), e a Assintecal e Abrameq.
“Esta ação é um benefício exclusivo para as empresasos participantes do projeto By Brasil Components and Chemicals e do Brazilian Shoes + Leather Machinery, que têm como objetivo trazer  compradores internacionais para visitar a feira FIMEC, possibilitando a conclusão de negócios e o estabelecimento de novas parcerias com empresas brasileiras”, comenta Milton Killing, presidente da Assintecal.
As rodadas de negócio acontecem no Stand da Assintecal (stand 1017, 1019, 1021 – acesso pelo corredor C e Corredor B).
Confira a agenda:
06/03, das 13h30 às 17h: Horários para empresas de materiais e químicos
07/03, das 13h30 às 19h: Horários para empresas de materiais e químicos
08/03, das 9h às 12h: Horário exclusivo para empresas de máquinas
Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.brou telefone 51 3584-5200
Sobre o By Brasil Components and Chemicals
www.bybrasil.org.br | www.facebook.com/bybrasilcc
Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 190 empresas, do projeto By Brasil Components and Chemicals, realizado pela Assintecal e pela Apex-Brasil, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor.
O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail relacionamento@assintecal.org.br.
Sobre a Assintecal
www.assintecal.org.br
Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda.
A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas. Sediada em Novo Hamburgo (RS), possui também escritórios em São João Batista (SC), Nova Serrana (MG), Birigui (SP), Franca (SP) e Jaú (SP).
Sobre o Brazilian Shoes + Leather Machinery
O projeto Brazilian Shoes + Leather Machinery é fruto de uma iniciativa conjunta entre a Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). O principal objetivo é o de promover internacionalmente a indústria brasileira de máquinas e equipamentos para couro e calçados, explorando a qualidade e todos os diferenciais do produto brasileiro.
Sobre a Abrameq
A Abrameq – Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins é uma entidade sem fins lucrativos dedicada a pensar estrategicamente o setor, conduzindo programas direcionados ao desenvolvimento tecnológico das empresas e a sua inserção no mercado interno e externo.
Sobre a Apex-Brasil
www.apexbrasil.com.br
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência apoia cerca de 11.000 empresas em 80 setores da economia brasileira, que por sua vez exportam para mais de 200 mercados.
A Apex-Brasil também desempenha um papel fundamental na atração de investimento estrangeiro direto para o Brasil, trabalhando para identificar oportunidades de negócios, promovendo eventos estratégicos e dando apoio aos investidores estrangeiros interessados em alocar recursos no Brasil.
Informações para imprensa
Fonte: Apex-Brasil
61 3426-0775

imprensa@apexbrasil.com.br”

Referências:Setor de materiais, químicos e máquinas incrementa exportações na FIMEC com Projeto Comprador, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/382/setor-de-materiais-quimicos-e-maquinas-incrementa-exportacoes-na-fimec-com-projeto-comprador” Acesso em: 02 de março de 2018.

EXPORTAÇÕES DE MÁQUINAS CRESCEM 84,4% EM JANEIRO E GERAM RECEITA DE US$ 820,93 MILHÕES

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Brasília – As exportações apresentaram forte crescimento em janeiro. Foram vendidos ao exterior US$ 820,93 milhões, 84,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com a Abimaq, o resultado é reflexo do desempenho muito baixo de janeiro de 2017 – o segundo pior resultado desde janeiro de 2006. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram a América Latina, Europa e os Estados Unidos. A participação da América Latina foi menor, em função do aumento da participação dos EUA e, principalmente, da Europa.
“De forma geral, boa parte da melhora observada nos últimos meses das exportações pode ser explicado pelo crescimento da atividade econômica no mundo, e também pela fraca demanda interna, que tem influenciado muitas empresas a manterem suas atividades produtivas nas exportações, ainda que, eventualmente, com rentabilidade reduzida em função do câmbio apreciado”, destacou a entidade em nota.
As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou queda em janeiro. O resultado no primeiro mês do ano foi de R$ 4,38 bilhões, 1,1% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado.
A indústria de máquinas e equipamentos terminou o mês de janeiro com 291,2 mil pessoas ocupadas. Na comparação com janeiro de 2017, houve redução de 1.669 postos de trabalho, a 49º queda consecutiva nesse tipo de comparação.
 (*) Com informações da Agência Brasil

Fonte: Comex do Brasil”

Referências:Exportações de máquinas crescem 84,4% em janeiro e geram receita de US$ 820,93 milhões, 2018.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/368/exportacoes-de-maquinas-crescem-844-em-janeiro-e-geram-receita-de-us-82093-milhoes” Acesso em: 01 de março de 2018.

VENDAS DE CALÇADOS CRESCERAM ENTRE 3% E 3,5% EM 2017

Resultado de imagem para crescimentoO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Mesmo sem os dados fechados, a Associação Brasileira dos Lojistas de Calçados e Artefatos (Ablac) aponta que, em 2017, as vendas de calçados devam somar cerca de R$ 54 bilhões, 3% a 3,5% por mais do que em 2016. A projeção foi realizada na coletiva de imprensa da Couromoda, feira calçadista que acontece entre 15 e 18 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento contou ainda com a participação do presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Rosnei Alfredo da Silva, dos executivos da Couromoda, Francisco e Jeferson Santos, e representantes de sindicatos dos principais polos calçadista brasileiros.

O presidente da Abicalçados, por sua vez, criticou o peso do Estado e defendeu uma urgente simplificação tributária. “Desde a Constituição de 88 convivemos com um número incontável de portarias e normas que, além de não dar segurança para o produtor, acabam onerando o sistema produtivo”, disse, ressaltando que, com uma simplificação do sistema tributário a atividade calçadista já teria um fôlego extra.

Perguntado sobre as oportunidades do setor em 2018, se estariam mais no mercado doméstico ou externo, Silva ressaltou que a indústria possui uma capacidade ociosa ainda relevante e que tem trazido a expertise da atuação no exigente mercado internacional para dentro das fronteiras.

Coletiva da Abicalçados
Os dados relativos a 2017 e as projeções para 2018 serão detalhados em coletiva de imprensa da Abicalçados, que será realizada amanhã, dia 16, no lounge da Administração da feira, a partir das 11h30. Do encontro, participarão, além dos executivos da Couromoda, Silva e o presidente da Ablac, Marcone Tavares,  o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein.

A Abicalçados participa da Couromoda com projetos de promoção comercial e de imagem. O Projeto Comprador Vip trouxe compradores colombianos dos grupos JCT Empresarial/Tiendas Josh e Calzado Sibony, e o Projeto Imagem 11 jornalistas estrangeiros de alguns dos principais veículos de comunicação segmentada do mundo: CueroAmerica e Serma, da Argentina; Style America, ADN e Publimetro, da Colômbia; Global Fashion, da Espanha;  Chausser, da França; Moda Pelle e Edizioni AF, da Itália;  Fashion Trend, da China; e Sourcing Journal, dos Estados Unidos.”

Referências:Vendas de calçados cresceram entre 3% e 3,5% em 2017, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/vendas-de-calcados-cresceram-entre-3-e-3-5-em-2017” Acesso em: 17 de janeiro de 2018.

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA PODE GERAR ECONOMIA DE MAIS DE R$ 500 MIL POR ANO

Resultado de imagem para automação logísticaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Como parte da estratégia de recuperar a combalida competitividade da indústria calçadista brasileira, prejudicada sobretudo pelo chamado Custo Brasil, mas também por problemas “intramuros”, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando, junto a empresas do segmento, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola). A metodologia será apresentada na Fábrica Conceito durante a 42ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), que acontece em Novo Hamburgo/RS entre os dias 6 e 8 de março.

O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, ressalta que os ganhos de redução de custos com processos automatizados são expressivos e proporcionais ao tamanho de cada negócio. “O Sola possui um comitê gestor formado por empresas do setor calçadista, que nos passam os benefícios com automação. A Via Marte, por exemplo, após adotar a ferramenta passou a economizar mais de R$ 500 mil por ano, somando a agilidade proporcionada e a diminuição de erros comuns na expedição”, conta. Outra empresa que adotou a automação na área de suprimentos químicos foi a Grendene, que em um ano contabilizou uma economia significativa quando passou a utilizar, por meio do controle eletrônico de dados, produtos químicos em ordem de validade, dirimindo radicalmente as perdas com materiais vencidos.

Logística como estratégia
Segundo Hoelscher, a logística deve ser considerada uma área estratégica, porque trata do gerenciamento de recursos, sejam humanos ou materiais. “Equivocadamente, o mercado ainda compreende logística como sinônimo de transporte. Está mais do que na hora de revisar o entendimento e a prática nas organizações. A logística abrange diferentes áreas de conhecimento, como engenharia, economia, contabilidade, marketing, tecnologia e recursos humanos, e deve prover recursos e informações para todas as atividades da organização”, explica o consultor.

Para Hoelscher, o lançamento manual de informações em sistemas, planilhas ou apontamentos manuscritos com retrabalho ainda permeiam os negócios e produzem uma grande ineficiência. “As empresas que utilizam sistemas conectados – não proprietários, ou seja, que funcionam para toda a cadeia, do fornecedor ao varejista –  e programados para trabalhar com menor nível de intervenção humana são as que estão na ponta do mercado, estão no caminho correto”, avalia, ressaltando que com os processos acelerados via automação, os negócios também andam mais rápido, lembrando que setor de moda é muito sensível à questão, pois precisa estar sempre com vitrines atualizadas. “Por exemplo, se a capacidade de recebimento de um centro de distribuição depende de contagem manual, reetiquetagem e agendamentos por fluxos de e-mail que dependem da intervenção humana, a produtividade é mais baixa, além de gerar custos desnecessários, sobretudo com mão de obra”, complementa, lembrando custos com horas extras e a perda de qualidade de vida dos funcionários com sobrecarga de trabalho e estresse. Segundo ele, a movimentação de mercadorias, seja na entrada ou saída, pode ser reduzida a um terço do tempo com automação dos processos. “Apenas no setor de expedição, poderia haver uma redução de cerca de 25% com pessoal envolvido na conferência, separação, estoque e embarque de mercadorias”, afirma. De acordo com o consultor, outro benefício da troca eletrônica de dados é que os vendedores podem consultar, em tempo real, a disponibilidade de produtos para ofertar aos clientes, auxiliando também na reposição automática ao monitorar os níveis de estoque.

Na Fábrica
A Fábrica Conceito, iniciativa do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.

Sola
Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e scanners para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar as leituras da movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). “Para que o empresário saiba mais sobre o sistema, convido a participar da Fimec e conferir, in loco, na Fábrica Conceito, a importância do sistema para o incremento da competitividade”, conclui. Para mais informações sobre o Sola acesse www.sola.org.br.

Fimec
A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br.”

Referências:Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/automacao-logistica-pode-gerar-economia-de-mais-de-r-500-mil-por-ano” Acesso em: 16 de janeiro de 2018.

CALÇADISTAS COMEMORAM DESTRAVAMENTO DE RELAÇÕES COM EQUADOR

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

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A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o destravamento das relações comerciais do setor com o Equador. Há quatro meses o país vinha impondo restrições às importações de calçados brasileiros com procedimentos de “dúvida sobre a classificação de origem”. O fato vinha sobretaxando, como forma de garantia, o calçado brasileiro em 10% mais US$ 6 por par, além de exigir uma série de documentações comprobatórias aos exportadores brasileiros.

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o fato vinha prejudicando o desempenho dos brasileiros naquele mercado. “Na realidade, se tratava de uma retaliação em função de um problema comercial relativo às bananas equatorianas, que estavam sendo barradas por questões sanitárias”, explica o executivo, ressaltando que o impacto foi estimado em, pelo menos, 700 mil pares de calçados que representam algo em torno de US$ 7 milhões. “Ao longo desse tempo de negociações, tivemos o apoio fundamental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o encaminhamento da demanda da Abicalçados e a consequente solução do entrave”, recorda Klein.

Mercado
O Equador é um mercado importante para o calçado brasileiro e que vem, nos anos recentes, aumentando suas importações do produto. Mesmo com as barreiras que perduraram por quatro meses, foram exportados para lá, de janeiro a novembro de 2017, mais de 2 milhões de pares que geraram US$ 24,65 milhões, valor 107% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

Referências:Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-destravamento-de-relacoes-com-equador” Acesso em: 09 de janeiro de 2018.

ESTÁ MAIS FÁCIL EXPORTAR PARA A COLÔMBIA

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assinteca):

“As empresas brasileiras já podem exportar para a Colômbia pagando menos tarifas. Isso porque a Colômbia ratificou dia 20/12 o acordo firmado com os governos dos países que compõem o Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

O acordo beneficia as exportações brasileiras e melhora as condições de acesso do Brasil ao mercado colombiano. As preferências estabelecidas pelo documento em setores como têxtil e siderúrgico, por exemplo, permitirão que esses produtos entrem no país sem precisarem pagar imposto de importação.

Fonte: Apex-Brasil”

Referências:Está mais fácil exportar para a Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/138/esta-mais-facil-exportar-para-a-colombia” Acesso em: 08 de janeiro de 2018.

EM NOVEMBRO, BRASIL REGISTRA QUEDA NAS EXPORTAÇÕES DE CALÇADOS

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O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês de novembro os calçadistas exportaram 9,88 milhões de pares que geraram US$ 83,43 milhões, números menores tanto em volume (-10,6%) quanto em valores (-0,9%) em relação ao mês 11 do ano passado. No acumulado, de janeiro a novembro, as exportações seguem positivas tanto em volume (+2,1%) quanto em valores (+11,9%) no comparativo com igual período de 2016. Nos 11 meses foram embarcados 109,86 milhões de pares por US$ 973,58 milhões.

Conforme o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os resultados de novembro ainda são reflexo do encarecimento do calçado brasileiro, que passou de um preço médio de US$ 7,60 para US$ 8,50 entre novembro de 2016 e o mês passado. “Com a valorização recente do real sobre o dólar, nosso calçado ficou com preço menos competitivo, o que tem impacto direto nas exportações, especialmente para países mais sensíveis a preço, caso dos Estados Unidos”, explica o executivo. Os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior e vem perdendo espaço na pauta exportadora nacional desde o início do ano. Entre janeiro e novembro, os norte-americanos importaram 9,88 milhões de pares por US$ 170,18 milhões, quedas de 13,3% em volume e de 12,7% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Equador
Além da queda para os Estados Unidos, Klein ressalta que o valor negativo em novembro ainda é reflexo dos problemas nas exportações para o Equador. Desde setembro deste ano o país vizinho vem sobretaxando os calçados brasileiros, contabilizando uma tarifa de 10% + US$ 6 por par, em função de um problema sanitário das bananas importadas de lá pelo Brasil o que, segundo autoridades brasileiras, impede a liberação das importações pelo risco de contaminação dos bananais locais. “A solução está pendente de negociação, mas o fato é que nossos associados reportaram mais de 500 mil pares e US$ 6 milhões impactados pela medida, sobretaxados na aduana equatoriana”, conta Klein.

Origens
O maior exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e novembro, os gaúchos embarcaram 25,38 milhões de pares que geraram US$ 406,86 milhões, altas de 0,3% e 6,3%, respectivamente, na relação com igual período do ano passado.

O segundo exportador do período foi o Ceará, que embarcou 41 milhões de pares por US$ 245,82 milhões, altas de 3,4% e 8,5%, respectivamente.

No mesmo comparativo, o terceiro exportador foi São Paulo, de onde partiram 7 milhões de pares que geraram US$ 106,47 milhões, queda de 18% em volume e incremento de 8% em receita na relação com 2016.

Importações
Assim como as exportações, as importações também aumentaram no período compreendido entre janeiro e novembro. No intervalo, entraram no Brasil 22,78 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 323,32 milhões, altas de 8% em pares e de 1,2% em dólares na relação com igual período de 2016.

As principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos, que responderam por mais de 90% do total importado.  No período, o Vietnã exportou para o Brasil 10,35 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 179,2 milhões, altas de 8,4% em volume e de 1,9% em dólares no comparativo com mesmo ínterim de 2016.

A segunda origem dos embarques foi a Indonésia, de onde partiram rumo ao Brasil 3,84 milhões de pares por US$ 63 milhões, alta de 1,2% em volume e queda de 9% em receita na relação com o ano passado.

O terceiro maior exportador de calçados para o Brasil foi a China, que embarcou 5,45 milhões por US$ 29,55 milhões, quedas de 1,3% e de 13%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2016.

Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações chegaram a US$ 38 milhões no período, queda de 0,8% em relação ao mesmo período de 2016. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.”

Referências:Em novembro, Brasil registra queda nas exportações de calçados, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/em-novembro-brasil-registra-queda-nas-exportacoes-de-calcados” Acesso em: 06 de dezembro de 2017.

PORTO DE SANTOS REGISTRA NOVOS RECORDES E DEVERÁ TER EM 2017 O MELHOR ANO DE SUA HISTÓRIA

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O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Santos – A movimentação de cargas no Porto de Santos registrou em outubro último o maior acumulado de sua história ao atingir a marca de 109,052 milhões de toneladas e o maior movimento mensal para os meses de outubro, com 11,368 milhões de toneladas.

A marca superou em 9,1% o até então melhor desempenho até outubro, verificado em 2015, e em 11,6%, o total apurado em igual período do ano passado. O resultado do mês cresceu 0,5% acima da segunda melhor performance, também ocorrida em 2015, e 24,3% sobre outubro do ano anterior.

Com os números de outubro, Santos projeta novo recorde anual, com estimativa de atingir 126,8 milhões de toneladas, ultrapassando em 5,8% o maior total anual, obtido em 2015, e em 11,5% o total de 2016, configurando-se em novo recorde anual de movimentação de cargas no Porto de Santos.

O movimento mensal apresentou elevado crescimento de 35,2% das exportações, resultado verificado principalmente em razão do aumento de 190,1% nos embarques de milho, que atingiu a marca de carga mais operada em outubro, com 2,193 milhões de toneladas carregadas. No ano, o cereal acumulou alta de 49,9%, chegando a 10,632 milhões de tonelada.

Destaca-se também o aumento de 66,3% do chamado complexo soja, chegando a 448,535 mil toneladas no mês e de 13,3% até outubro, atingindo 20,680 milhões de toneladas, item de maior movimentação  no Porto de Santos.

Apesar do ligeiro crescimento de 2,3% apresentado em outubro, as importações acumularam alta de 12,0% no ano, impulsionada pelo aumento de 20,5% dos adubos, carga de maior participação nesse fluxo, com o total de 3,240 milhões de toneladas e de 40,4% de óleo diesel/gasóleo, com 2,135 milhões de toneladas.

As operações com contêineres registraram alta de 14,0% no número de TEU’s (unidades equivalentes a 20 pés) e de 7,2% no total acumulado, atingindo a marca de 3,176 milhões TEU’s. Quanto à tonelagem, o total até outubro, chegou a 36,887 milhões de toneladas, 33,83% da movimentação geral do Porto de Santos.

Balança Comercial

Na corrente de comércio, Santos registrou participação de 28,2% sobre o total brasileiro, chegando a US$ 86,9 bilhões, 12,13% a maior que em igual período do ano passado. As exportações participaram com 27,3% sobre o total nacional, atingindo US$ 50,1 bilhões, com alta  de 14,9%. As importações representaram 29,4% do total do país, respondendo por US$ 36,7 bilhões, com incremento de 8,25% sobre 2016.

Na pauta de exportações, soja, açúcar e café despontaram como as cargas mais movimentadas quanto ao valor comercial. A China permanece como principal importador das mercadorias embarcadas em Santos, representando o total de US$ 7,993 bilhões, 15,8% das exportações efetuadas pelo complexo santista.

Dentre as cargas importadas, os destaques quanto ao valor comercial foram gasóleo, caixas de marchas e inseticidas. Também na importação a China figura como o principal parceiro nas trocas com o porto santista, com US$ 8,089 bilhões, 22,0% do total importado.

Fonte: Comex do Brasil”

Referências:Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/70/porto-de-santos-registra-novos-recordes-e-devera-ter-em-2017-o-melhor-ano-de-sua-historia” Acesso em: 01 de dezembro de 2017.”