Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na Feevale

Resultado de imagem para Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na FeevaleO site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“No dia 28 de agosto acontece o curso Financiamentos e Formas de Proteção Cambial nas Operações de Exportação e Importação, na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Com duração de quatro horas, o curso será ministrado pelo professor Edmilson Milan.

Milan possui especialização em Comércio Internacional (PUCRS), atuou por 31 anos no Banco do Brasil nas áreas de Comércio Exterior e Câmbio. Foi administrador expatriado do Banco do Brasil no Japão por cinco anos (2007 a 2012) e é Professor convidado no MBA Negócios e Empreendimentos Internacionais (Unisinos).
Na ocasião, serão trabalhos os seguintes temas:
• Análise de cenários
• Histórico das taxas de câmbio no Brasil
• Financiamento às exportações
• Formas de proteção cambial nas operações de exportação
• Financiamento às importações
• Formas de proteção cambial nas operações de importação
Clique aqui e saiba mais.
Associados da Assintecal tem direito a 10% de desconto, que deverá ser solicitado pelo e-mail cursoseeventos@feevale.br.
Quando e onde:
28 de agosto de 2018
18h15min às 22h15min
Universidade Feevale Câmpus II – Novo Hamburgo/RS”

Referências:“Curso sobre proteção cambial e operações de exportação e importação acontece na Feevale”.

Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/790/confira-a-programacao-do-seminario-integracao-e-inovacao-na-cadeia-produtiva-do-calcado-francahttp://stickfran.com.br/index.php/adm/blog/editpost/394

Acesso em: 27 de agosto de 2018.

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA PODE GERAR ECONOMIA DE MAIS DE R$ 500 MIL POR ANO

Resultado de imagem para automação logísticaO site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

“Como parte da estratégia de recuperar a combalida competitividade da indústria calçadista brasileira, prejudicada sobretudo pelo chamado Custo Brasil, mas também por problemas “intramuros”, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem trabalhando, junto a empresas do segmento, com o Sistema de Operações Logísticas Automatizadas (Sola). A metodologia será apresentada na Fábrica Conceito durante a 42ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec), que acontece em Novo Hamburgo/RS entre os dias 6 e 8 de março.

O consultor da Abicalçados, Igor Hoelscher, ressalta que os ganhos de redução de custos com processos automatizados são expressivos e proporcionais ao tamanho de cada negócio. “O Sola possui um comitê gestor formado por empresas do setor calçadista, que nos passam os benefícios com automação. A Via Marte, por exemplo, após adotar a ferramenta passou a economizar mais de R$ 500 mil por ano, somando a agilidade proporcionada e a diminuição de erros comuns na expedição”, conta. Outra empresa que adotou a automação na área de suprimentos químicos foi a Grendene, que em um ano contabilizou uma economia significativa quando passou a utilizar, por meio do controle eletrônico de dados, produtos químicos em ordem de validade, dirimindo radicalmente as perdas com materiais vencidos.

Logística como estratégia
Segundo Hoelscher, a logística deve ser considerada uma área estratégica, porque trata do gerenciamento de recursos, sejam humanos ou materiais. “Equivocadamente, o mercado ainda compreende logística como sinônimo de transporte. Está mais do que na hora de revisar o entendimento e a prática nas organizações. A logística abrange diferentes áreas de conhecimento, como engenharia, economia, contabilidade, marketing, tecnologia e recursos humanos, e deve prover recursos e informações para todas as atividades da organização”, explica o consultor.

Para Hoelscher, o lançamento manual de informações em sistemas, planilhas ou apontamentos manuscritos com retrabalho ainda permeiam os negócios e produzem uma grande ineficiência. “As empresas que utilizam sistemas conectados – não proprietários, ou seja, que funcionam para toda a cadeia, do fornecedor ao varejista –  e programados para trabalhar com menor nível de intervenção humana são as que estão na ponta do mercado, estão no caminho correto”, avalia, ressaltando que com os processos acelerados via automação, os negócios também andam mais rápido, lembrando que setor de moda é muito sensível à questão, pois precisa estar sempre com vitrines atualizadas. “Por exemplo, se a capacidade de recebimento de um centro de distribuição depende de contagem manual, reetiquetagem e agendamentos por fluxos de e-mail que dependem da intervenção humana, a produtividade é mais baixa, além de gerar custos desnecessários, sobretudo com mão de obra”, complementa, lembrando custos com horas extras e a perda de qualidade de vida dos funcionários com sobrecarga de trabalho e estresse. Segundo ele, a movimentação de mercadorias, seja na entrada ou saída, pode ser reduzida a um terço do tempo com automação dos processos. “Apenas no setor de expedição, poderia haver uma redução de cerca de 25% com pessoal envolvido na conferência, separação, estoque e embarque de mercadorias”, afirma. De acordo com o consultor, outro benefício da troca eletrônica de dados é que os vendedores podem consultar, em tempo real, a disponibilidade de produtos para ofertar aos clientes, auxiliando também na reposição automática ao monitorar os níveis de estoque.

Na Fábrica
A Fábrica Conceito, iniciativa do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçados e Artefatos (IBTeC), Coelho Assessoria e Fenac, funcionará durante a Fimec em espaço especialmente projetado para a produção de três mil pares de calçados. Na oportunidade, o Sola fará todo o gerenciamento e monitoramento das informações da produção, com rastreabilidade total do processo. Assim, o visitante poderá acompanhar, em tempo real, os resultados da fabricação de calçados, seja nos monitores da fábrica ou no seu próprio celular, através do acesso por um link que será disponibilizado durante os dias da feira.

Sola
Para a utilização da metodologia difundida pelo Sola basta a empresa ter um sistema ERP e scanners para a leitura de código de barras ou RFID para automatizar as leituras da movimentação das mercadorias e trocar as informações eletronicamente com os parceiros comerciais (EDI). “Para que o empresário saiba mais sobre o sistema, convido a participar da Fimec e conferir, in loco, na Fábrica Conceito, a importância do sistema para o incremento da competitividade”, conclui. Para mais informações sobre o Sola acesse www.sola.org.br.

Fimec
A Fimec 2018 contará com mais de 500 expositores dos principais países produtores de insumos e tecnologias para o setor calçadista. Nos três dias, são esperados mais de 30 mil visitantes, sendo cerca de quatro mil deles estrangeiros. Para mais informações sobre a mostra acesse www.fimec.com.br.”

Referências:Automação logística pode gerar economia de mais de R$ 500 mil por ano, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/automacao-logistica-pode-gerar-economia-de-mais-de-r-500-mil-por-ano” Acesso em: 16 de janeiro de 2018.

CALÇADISTAS COMEMORAM DESTRAVAMENTO DE RELAÇÕES COM EQUADOR

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

Resultado de imagem para brasil equador comercio

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) comemora o destravamento das relações comerciais do setor com o Equador. Há quatro meses o país vinha impondo restrições às importações de calçados brasileiros com procedimentos de “dúvida sobre a classificação de origem”. O fato vinha sobretaxando, como forma de garantia, o calçado brasileiro em 10% mais US$ 6 por par, além de exigir uma série de documentações comprobatórias aos exportadores brasileiros.

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o fato vinha prejudicando o desempenho dos brasileiros naquele mercado. “Na realidade, se tratava de uma retaliação em função de um problema comercial relativo às bananas equatorianas, que estavam sendo barradas por questões sanitárias”, explica o executivo, ressaltando que o impacto foi estimado em, pelo menos, 700 mil pares de calçados que representam algo em torno de US$ 7 milhões. “Ao longo desse tempo de negociações, tivemos o apoio fundamental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Ministério das Relações Exteriores (MRE) para o encaminhamento da demanda da Abicalçados e a consequente solução do entrave”, recorda Klein.

Mercado
O Equador é um mercado importante para o calçado brasileiro e que vem, nos anos recentes, aumentando suas importações do produto. Mesmo com as barreiras que perduraram por quatro meses, foram exportados para lá, de janeiro a novembro de 2017, mais de 2 milhões de pares que geraram US$ 24,65 milhões, valor 107% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

Referências:Calçadistas comemoram destravamento de relações com Equador, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-comemoram-destravamento-de-relacoes-com-equador” Acesso em: 09 de janeiro de 2018.

ESTÁ MAIS FÁCIL EXPORTAR PARA A COLÔMBIA

Resultado de imagem para exportação para colombia

O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assinteca):

“As empresas brasileiras já podem exportar para a Colômbia pagando menos tarifas. Isso porque a Colômbia ratificou dia 20/12 o acordo firmado com os governos dos países que compõem o Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

O acordo beneficia as exportações brasileiras e melhora as condições de acesso do Brasil ao mercado colombiano. As preferências estabelecidas pelo documento em setores como têxtil e siderúrgico, por exemplo, permitirão que esses produtos entrem no país sem precisarem pagar imposto de importação.

Fonte: Apex-Brasil”

Referências:Está mais fácil exportar para a Colômbia, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/138/esta-mais-facil-exportar-para-a-colombia” Acesso em: 08 de janeiro de 2018.

PORTO DE SANTOS REGISTRA NOVOS RECORDES E DEVERÁ TER EM 2017 O MELHOR ANO DE SUA HISTÓRIA

Resultado de imagem para Porto de santos

O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Santos – A movimentação de cargas no Porto de Santos registrou em outubro último o maior acumulado de sua história ao atingir a marca de 109,052 milhões de toneladas e o maior movimento mensal para os meses de outubro, com 11,368 milhões de toneladas.

A marca superou em 9,1% o até então melhor desempenho até outubro, verificado em 2015, e em 11,6%, o total apurado em igual período do ano passado. O resultado do mês cresceu 0,5% acima da segunda melhor performance, também ocorrida em 2015, e 24,3% sobre outubro do ano anterior.

Com os números de outubro, Santos projeta novo recorde anual, com estimativa de atingir 126,8 milhões de toneladas, ultrapassando em 5,8% o maior total anual, obtido em 2015, e em 11,5% o total de 2016, configurando-se em novo recorde anual de movimentação de cargas no Porto de Santos.

O movimento mensal apresentou elevado crescimento de 35,2% das exportações, resultado verificado principalmente em razão do aumento de 190,1% nos embarques de milho, que atingiu a marca de carga mais operada em outubro, com 2,193 milhões de toneladas carregadas. No ano, o cereal acumulou alta de 49,9%, chegando a 10,632 milhões de tonelada.

Destaca-se também o aumento de 66,3% do chamado complexo soja, chegando a 448,535 mil toneladas no mês e de 13,3% até outubro, atingindo 20,680 milhões de toneladas, item de maior movimentação  no Porto de Santos.

Apesar do ligeiro crescimento de 2,3% apresentado em outubro, as importações acumularam alta de 12,0% no ano, impulsionada pelo aumento de 20,5% dos adubos, carga de maior participação nesse fluxo, com o total de 3,240 milhões de toneladas e de 40,4% de óleo diesel/gasóleo, com 2,135 milhões de toneladas.

As operações com contêineres registraram alta de 14,0% no número de TEU’s (unidades equivalentes a 20 pés) e de 7,2% no total acumulado, atingindo a marca de 3,176 milhões TEU’s. Quanto à tonelagem, o total até outubro, chegou a 36,887 milhões de toneladas, 33,83% da movimentação geral do Porto de Santos.

Balança Comercial

Na corrente de comércio, Santos registrou participação de 28,2% sobre o total brasileiro, chegando a US$ 86,9 bilhões, 12,13% a maior que em igual período do ano passado. As exportações participaram com 27,3% sobre o total nacional, atingindo US$ 50,1 bilhões, com alta  de 14,9%. As importações representaram 29,4% do total do país, respondendo por US$ 36,7 bilhões, com incremento de 8,25% sobre 2016.

Na pauta de exportações, soja, açúcar e café despontaram como as cargas mais movimentadas quanto ao valor comercial. A China permanece como principal importador das mercadorias embarcadas em Santos, representando o total de US$ 7,993 bilhões, 15,8% das exportações efetuadas pelo complexo santista.

Dentre as cargas importadas, os destaques quanto ao valor comercial foram gasóleo, caixas de marchas e inseticidas. Também na importação a China figura como o principal parceiro nas trocas com o porto santista, com US$ 8,089 bilhões, 22,0% do total importado.

Fonte: Comex do Brasil”

Referências:Porto de Santos registra novos recordes e deverá ter em 2017 o melhor ano de sua história, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/70/porto-de-santos-registra-novos-recordes-e-devera-ter-em-2017-o-melhor-ano-de-sua-historia” Acesso em: 01 de dezembro de 2017.”

IDENTIFICADO PRELIMINARMENTE A EXISTÊNCIA DE DUMPING NAS EXPORTAÇÕES PARA O BRASIL DE BORRACHA NITRÍLICA (NBR)

O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

“Foi divulgado no dia 23 de novembro de 2017, no Diário Oficial da União, a Circular nº 62 da Secretaria de Comércio Exterior de 22 de novembro de 2017, informando que foi verificada preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de borracha nitrílica (NBR) originárias da Coreia do Sul e da França, e o vínculo significativo entre as exportações objeto de dumping e o dano à indústria doméstica.

A NBR é comumente classificada no subitem 4002.59.00 (NCM) da Nomenclatura Comum do Mercosul. O produto objeto da investigação é a borracha nitrílica (NBR), não hidrogenada e não estendida em óleo, com teor de acrilonitrila maior ou igual a 20% e menor ou igual a 50%, viscosidade Mooney a 100ºC variando entre 20 e 120, exportada pela Coreia do Sul e pela França para o Brasil. Ressalta-se que não estão incluídas no escopo da investigação as borrachas NBR na forma líquida

 

A descrição é apresentada a seguir:

4002 Borracha sintética e borracha artificial derivada dos óleos, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras; misturas dos produtos da posição 40.01 com produtos da presente posição, em formas primárias ou em chapas, folhas ou tiras.
4002.5 Borracha de acrilonitrila-butadieno (NBR)
4002.59.00 Outras

 

A alíquota do Imposto de Importação desse subitem tarifário se manteve constante, em 25%, durante todo o período de análise de dano. Cabe destacar que o referido subitem é objeto das de preferências tarifárias, concedidas pelo Brasil/MERCOSUL, que reduzem a alíquota do Imposto de Importação incidente sobre o produto objeto da investigação.

 

De acordo com o art. 7° – o do Decreto no – o 8.058, de 2013, considera-se prática de dumping a introdução de um bem no mercado brasileiro, inclusive sob as modalidades de drawback, a um preço de exportação inferior ao valor normal.

 

Neste Sentido, é importante termos uma visão dos impactos sobre aplicação ou não no setor de componentes. Solicitamos aos possíveis impactados pela medida entrar em contato com projetos.inst@assintecal.org.br, informando os possíveis efeitos para a indústria.”

Referências:Identificado preliminarmente a existência de dumping nas exportações para o Brasil de Borracha Nitrílica (NBR), 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticias/56/identificado-preliminarmente-a-existencia-de-dumping-nas-exportacoes-para-o-brasil-de-borracha-nitrilica-nbr” Acesso em: 29 de novembro de 2017.”

ALEMANHA NO FOCO DO SETOR COUREIRO-CALÇADISTA BRASILEIRO

Resultado de imagem para coureiro-calçadista
O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):
Joni Goulart

Estreitar relações, fazer contatos e ampliar parcerias entre mais de 2 mil empresários são alguns dos objetivos do 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que ocorrerá de 12 a 14 de novembro em Porto Alegre, na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Os setores brasileiros de couros, calçados, componentes e máquinas para as indústrias curtidora e calçadista estarão nessa plataforma de negócios para os dois países, por meio de espaço compartilhado entre cinco entidades. São elas: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e Associação de Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul). Exposição de produtos, seminários e rodadas de negócio estão na pauta geral do evento.

Potencial criativo

No espaço coletivo dos setores ligados à produção de couros, máquinas, componentes e calçados do Brasil, o foco será a apresentação do potencial criativo, tecnológico e produtivo do País, com exposição de materiais e produtos finais, além da disponibilização de conteúdo de comunicação sobre a indústria nacional. Projetos desenvolvidos com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – como o Brazilian Footwear, em parceria com Abicalçados, e o Brazilian Leather, conduzido com CICB – estarão com ações e artigos dispostos no estande. Letícia Sperb Masselli, coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, destaca ainda que a entidade apresentará no EEBA o Future Footwear, iniciativa que dialoga com a criação e execução de novos modelos de negócios, produtos e processos produtivos em toda a cadeia.

Cliente importante

Para José Fernando Bello, presidente-executivo do CICB, o evento será uma oportunidade de colocar a indústria nacional em contato com um mercado de destaque para a economia do País. “A Alemanha é um cliente importante para o setor curtidor do Brasil, é o sétimo destino com maior participação nas nossas exportações”, afirma. No Rio Grande do Sul, a participação da Alemanha nas exportações é ainda maior: trata-se do quarto maior destino, como destaca o presidente executivo da AICSul, Moacir Berger. A importância da parceria comercial entre os dois países também é destacada pelo presidente da Assintecal, Milton Killing. “Todo o cenário positivo se faz por aproximações como esta e que vão ao encontro com os interesses bilaterais de mercado”, destaca.

O presidente da Abrameq, Marlos Schmidt, avalia que a participação do cluster do couro e calçados no EEBA mostrará toda a força coletiva deste setor. Além disto, destaca que a Alemanha é uma referência mundial em tecnologia, protagonista na Industria 4.0. “Neste sentido, a nossa expectativa será proporcionar relacionamento e conhecimento, nos oportunizando buscar parcerias que contemplem o que há de mais avançado no mundo em tecnologia”, completa Marlos.

A Fiergs, por meio do seu Centro Internacional de Negócios (CIN-RS), será anfitriã do EEBA, que é considerado um dos mais importantes eventos da agenda bilateral dos dois países, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã Federação das Indústrias Alemãs (BDI). O EEBA ocorre anualmente de forma alternada, nos anos pares na Alemanha e ímpares no Brasil.

Referências:Alemanha no foco do setor coureiro-calçadista brasileiro, 2017.Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/alemanha-no-foco-do-setor-coureiro-calcadista-brasileiro” Acesso em: 16 de novembro de 2017.”

GESTÃO LOGÍSTICA NA INDÚSTRIA FAZ A DIFERENÇA

Resultado de imagem para logistica

O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados):

“Nesta terça-feira, dia 7 de novembro de 2017, foi realizado no Tom Brasil em São Paulo o Prêmio Automação GS1. O evento foi criado em 1998 para estimular a excelência na prestação de serviços e hoje se consolida como referência em inovação, gestão e empreendedorismo.

A empresa Via Marte foi a vencedora do prêmio na categoria Gestão Logística na Indústria. Desde 2003, a Via Marte é usuária dos padrões GS1, aplicando o SSCC (Serial Shipping Container Code) nas unidades logísticas despachadas de suas fábricas.

Até fevereiro de 2016, as unidades logísticas recebiam certificação eletrônica por meio do cruzamento da leitura dos códigos de barras contidos nos volumes versus o SSCC. A partir de investimentos em leitores bidimensionais, também conhecidos como 2D, e da adição da impressão GS1 DataMatrix na etiqueta de identificação dos calçados, a empresa migrou esta verificação para uma na qual cada GTIN (Global Trade Item Number), mais o número de série do par (SGTIN), é cruzado com o número de série da unidade logística, o SSCC.

A motivação primária para a adoção do SGTIN foi a necessidade de melhorar os controles internos para garantir maior precisão na rastreabilidade dos calçados. O novo processo ajudou a reduzir problemas da manufatura, reforçou a organização interna da empresa e melhorou o relacionamento com logistas e consumidores finais.

O retorno do investimento ocorreu antes do término do primeiro ano da aposta. A companhia conseguiu mitigar, diariamente, em torno de 3% a 4% de erros no fechamento das unidades logísticas (picking). Além disso, o despacho correto passou a garantir uma avaliação positiva da Via Marte na visão do cliente, acelerou os processos em todos os elos da cadeia e eliminou custos de reentrega.”

Referências:Gestão logística na indústria faz a diferença, 2017.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/gestao-logistica-na-industria-faz-a-diferenca” Acesso em: 13 de novembro de 2017.”

BALANÇA COMERCIAL TEM SUPERÁVIT DE US$ 586 MILHÕES NA SEGUNDA SEMANA DE OUTUBRO

Resultado de imagem para balanca comercial

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

“Brasília – Na segunda semana de outubro de 2017, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 586 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,287 bilhões e importações de US$ 2,701 bilhões. No mês, as exportações foram de US$ 8,344 bilhões e as importações de US$ 5,858 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,487 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 172,948 bilhões e as importações, US$ 117,186 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,762 bilhões.

Acesse aqui os dados completos da balança comercial

A média das exportações da segunda semana (US$ 821,7 milhões) ficou 18,8% abaixo da média da primeira semana (US$ 1 bilhão) em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-32,4%), principalmente de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, minério de cobre e minério de manganês –  e de semimanufaturados (-22,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto, alumínio em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas e catodos de cobre. Por outro lado, cresceram as vendas de produtos manufaturados (+0,3%), principalmente, em função do aumento dos embarques de laminados planos de ferro e aço, torneiras, válvulas e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores e geradores elétricos.

Nas importações, houve e crescimento de 6,9% sobre igual período comparativo (média da segunda semana, de US$ 675,2 milhões sobre a média da primeira semana, de US$ 631,4 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com aeronaves e peças, equipamentos eletroeletrônicos, combustíveis e lubrificantes, cereais e produtos da indústria da moagem e adubos e fertilizantes.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de outubro deste ano (US$ 927,2 milhões) com a de outubro do ano passado (US$ 685,7 milhões), foi registrado crescimento de 35,2%, em consequência do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (+46,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, milho em grãos, minério de ferro, soja em grãos, carnes bovina e de frango), semimanufaturados (+33,3%, em função de semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, óleo de soja em bruto, ferro fundido e ferro-ligas) e manufaturados (+22,9%, causado por laminados planos de ferro e aço, automóveis de passageiros, máquinas e aparelhos para terraplanagem, torneiras, válvulas e partes, e etanol). Em relação a setembro de 2017, houve retração de 0,7%, em virtude da queda nas vendas de produtos básicos (-2,9%) e manufaturados (-1,7%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (3%).

Nas importações, a média diária até a segunda semana de outubro deste ano (US$ 650,8 milhões) ficou 14,4% acima da média de outubro do ano passado (US$ 568,8 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com aeronaves e peças (+72,6%), combustíveis e lubrificantes (+68,1%), borracha e obras (+26,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+24,4%) e adubos e fertilizantes (+17,9%).

Em relação a setembro de 2017, houve diminuição de 3,5%, nas importações pela queda nas compras de adubos e fertilizantes (-38,5%), farmacêuticos (-30,6%), cereais e produtos da indústria de moagem (-22,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (-17,9%) e equipamentos mecânicos (-8,9%).

(*) Com informações do MDIC”

Referências:Balança comercial tem superávit de US$ 586 milhões na segunda semana de outubro, 2017. Disponível em:”http://www.assintecal.org.br/noticia/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-586-milhoes-na-segunda-semana-de-outubro” Acesso em: 18 de outubro de 2017.

BALANÇA COMERCIAL SEGUE OPERANDO NO AZUL E ACUMULA SUPERÁVIT RECORDE DE US$ 55,177 BILHÕES EM 2017

O site da Associação Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal) :

Brasília – Com exportações no valor de US$ 5,059 bilhões e importações de US$ 3,157 bilhões, a primeira semana de outubro teve superávit de US$ 1,902 bilhão na balança comercial brasileira. No ano, as exportações totalizam US$ 169,663 bilhões e as importações, US$ 114,485 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,177 bilhões.

Acesse aqui os dados completos da balança comercial

Nas exportações, comparada a média da primeira semana de outubro de 2017 (US$ 1,012 bilhão) com a média de outubro de 2016 (US$ 685,7 milhões), houve crescimento de 47,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (70,8%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, carnes de frango e bovina), semimanufaturados (47,8%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas) e manufaturados (22,8%, por conta de automóveis de passageiros, suco de laranja congelado, etanol, veículos de carga, laminados planos de ferro e aço). Em relação a setembro de 2017, houve crescimento de 8,4%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (14,3%) e básicos (13,4%), enquanto que caíram as vendas de produtos manufaturados (-1,8%).

Nas importações, a média diária da primeira semana deste mês (US$ 631,4 milhões), ficou 11% acima da média de outubro do ano passado (US$ 568,8 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (57,0%), siderúrgicos (39,0%), químicos orgânicos e inorgânicos (17,6%), equipamentos eletroeletrônicos (12,5%) e veículos automóveis e partes (9,4%). Em relação a setembro deste ano, houve queda de 6,4%, devido à diminuição nas vendas de adubos e fertilizantes (-40,5%), farmacêuticos (-26,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (-13,4%), equipamentos mecânicos (-11%) e equipamentos eletroeletrônicos (-3,5%).

*Com informações do MDIC

Referências:Assintecal.Balança comercial segue operando no azul e acumula superávit recorde de US$ 55,177 bilhões em 2017, 2017. Disponível em:< http://www.assintecal.org.br/noticia/balanca-comercial-segue-operando-no-azul-e-acumula-superavit-recorde-de-us-55177-bilhoes-em-2017 > Acesso em: 11 de outubro de 2017.